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Escritor e Historiador Clério José Borges
Comendador, Poeta Trovador Capixaba. Figura proeminente na cena cultural do Espírito Santo.
Textos

Quem é Clério José Borges? Nome de um Poeta, Trovador Escritor Capixaba? Cite o nome de um Escritor do Estado do Espírito Santo? Cite o nome de um Escritor da Serra, ES? Respostas: Clério José Borges de Sant Anna, Clério Borges.

BIOGRAFIA DE CLÉRIO JOSÉ BORGES     

 

          ENTRE OS VULTOS DE VITÓRIA,

          SEM MEDO DE DESPAUTÉRIO,

          QUEM TERÁ LUGAR NA HISTÓRIA

          É O AMIGO POETA CLÉRIO.

 

A TROVA acima é de autoria do saudoso Escritor e Professor FRANCISCO FILIPACK, da Cidade de Curitiba, no Estado do Paraná.  Francisco Filipak, nascido na cidade de Araucária a 7 de agosto de 1924 e falecido em Curitiba, PR, a 26 de março de 2010. Escritor, Jornalista, Linguista e membro da Academia Paranaense de Letras. Era Sócio do antigo Clube dos Trovadores Capixabas que hoje é a Academia de Letras e Artes de Poetas Trovadores, ACLAPTCTC. Esteve vários anos no Estado do Espírito Santo promovendo Palestras sobre a Língua Portuguesa e inclusive sobre Gírias e Jargões. Inspirou e incentivou o Professor Narceu de Paiva Filho a publicar o Livro Vocabulário de Gírias e Jargões da Ibiraçu e incentivou Clério José Borges a coletar Gírias e Jargões da Malandragem para a publicação de um livro com mais de 10 mil gírias e Jargões, que foi publicado com o incentivo e apoio da Lei Chico Prego do Município da Serra, na Grande Vitória, ES.

 

BIOGRAFIA RESUMIDA DE CLÉRIO JOSÉ BORGES DE SANT ANNA

 

Figura proeminente no cenário cultural do Estado do Espírito Santo.

 

(Fundo musical, com a famosa Trova de Clério José Borges, "Casa Singela", musicada pelo premiado Cantor Carlos Bona) 

 

         Clério José Borges é Comendador, Historiador, Poeta, Escritor, Trovador e Mestre da Cultura Capixaba. Nasceu no dia 15 de setembro de 1950, no bairro de Aribiri no Município de Vila Velha, no Estado do Espírito Santo. Nome completo, Clério José Borges de Sant Anna. Filho da Costureira e professora de um Curso de Corte e Costura, Lyra Borges de Sant Anna e do Estivador Manoel Cândido de Sant Anna. É morador do Município da Serra, ES, desde o dia 20 de fevereiro de 1979, data em que se mudou de Vila Velha para o bairro Eurico Salles, no Distrito de Carapina. Fundou e preside desde 1º de julho de 1980 o Clube dos Trovadores Capixabas, CTC, entidade cultural sem fins lucrativos de divulgação da Trova e da Poesia em geral, que no dia 18 de novembro de 2017 transformou-se na ACLAPTCTC, Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores, também denominada de Instituto Projeto Social ACLAPTCTC. Trabalhou como Jornalista dos Jornais  A Tribuna e O Diário e foi Jornalista Correspondente com reportagens publicadas na Revista Intervalo do Estado de São Paulo. Foi fundador e primeiro Presidente da Academia de Letras e Artes da Serra, de sigla ALEAS, fundada no dia 28 de agosto de 1993, no Município da Serra na Região Metropolitana da Grande Vitória, ES. IMORTALIDADE LITERÁRIAS E CULTURAL RECONHECIDA COMO MEMBRO DE VÁRIAS ACADEMIAS DE LETRAS E ARTES: Pertence ainda, além da Academia ACLAPTCTC (Poetas Trovadores) e ALEAS (Serra, ES) como Acadêmico Titular da Academias de Letras de Vila Velha, antiga Academia de Letras Humberto de Campos. Clério é ainda Acadêmico Correspondente, entre outras, das Academias de Letras e Artes de São Mateus, Marataízes, Iúna, Santa Teresa, Venda Nova do Imigrante, Santa Maria de Jetibá, onde é Acadêmico Benemérito), Viana, Cariacica e Academia de Letras e Artes e História do Patrimônio de São Pedro de Alcântara no Município de Mimoso do Sul. Pertence ao Instituto Histórico e Geográfico do ES. Senador da Cultura, pela Sociedade de Cultura Latina, SCL. Correspondente da Academia Cachoeirense de Letras, (ES); da Academia Petropolitana de Letras, da Cidade de Petrópolis, (RJ); da Academia Brasileira da Trova e da Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas, ALCEAR e outras Academias e Associações Literárias do Brasil. ESCRITOR E LIVROS PUBLICADOS: Clério possui pouco mais de quinze livros publicados, sendo alguns individuais e outros como organizador de Coletânea e Antologias, destacando-se as obras: 1) “História da Serra”, premiado em solenidade realizada em Mogi das Cruzes, no Estado de São Paulo, como Melhor Livro do ano de 1988; 2) “Serra, Colonização de uma Cidade”, obra que aborda a colonização da Cidade da Serra na Grande Vitória ES, iniciada com comprovação histórica e base em documentos antigos com a fundação da Aldeia de Nossa Senhora da Conceição a 08 de Dezembro de 1556, pelo Padre Braz Lourenço e o Chefe da Nação dos Indígenas Temiminós, Maracajaguaçu (Gato Bravo Grande). 3) “Dicionário Regional de Gírias e Jargões", com mais de 10 mil gírias e Jargões da Malandragem, colhidas pelo autor Clério José Borges durante 35 anos de atividade profissional como Escrivão de Polícia Civil no Estado do Espírito Santo ouvindo oitivas, declarações e depoimentos de várias pessoas. 4) “A Mulher Heroína do Queimado, Aisha Keto Korowe Detokumbo, Benedita Torreão, Princesa que veio de além-mar.” Um trabalho de Pesquisa que identifica a mulher que participou, como heroína, de uma Revolta de Negros Escravizados ocorrida no Porto localizado no Rio Santa Maria da Vitória denominado de "Vila do Queimado", revolta esta que durou três dias e teve mais de 300 escravos envolvidos e que foi iniciada em 19 de março de 1849. Clério detém ainda mais de um total de 500 diplomas, honrarias, medalhas e comendas por seu trabalho literário e como poeta, trovador, escritor e historiador Capixaba. COMENDADOR CAPIXABA. No dia  07/07/2015 o título de COMENDADOR e a Comenda de Mérito Legislativo Rubem Braga, da Assembleia Legislativa do Espírito Santo, conferido pela Deputada Estadual Luzia Toledo. Recebeu ainda no dia 30 de setembro de 2023, o título de “Mestre da Cultura Capixaba” da Associação Capixaba de Cultura e Arte, no Encontro de Danças Folclóricas realizado na Praia da Costa em Vila Velha ES. DESTAQUE NO CARNAVAL CAPIXABA - No Dia 10/02/2007, em pleno Carnaval Capixaba, Clério José Borges foi homenageado, no Sambão do Povo, em Vitória, ES, como Historiador pela Escola de Samba, Rosas de Ouro”, do Município da Serra, Espírito Santo, presidida pelo Carnavalesco, Marcos Caran. Clério desfilou como Destaque num Carro alegórico pois o enredo "Serra 450 Anos de Fundação”, foi baseado no Livro HISTÓRIA DA SERRA, de Clério José Borges. DESTAQUE NO JORNAL NACIONAL DA REDE GLOBO DE TELEVISÃO - No dia 11 de dezembro de 2014, uma entrevista de Clério José Borges ao repórter Mário Bonella, sobre as ruínas da Igreja de São José do Queimado, palco de uma Revolta de Escravos em 1849 foi exibida para todo o Brasil e inclusive para o Exterior através do Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão. PROGRAMA NACIONAL DE TELEVISÃO "SEM CENSURA": No dia 18 de junho de 1987, Clério José Borges é convidado para falar sobre o novo movimento da Trova no país, denominado Neotrovismo no Programa "Sem Censura" da TV Educativa do Rio de Janeiro. O programa foi exibido para todo o Brasil tendo como apresentadora a Jornalista Lúcia Leme. Junto com Clério participaram como entrevistados os atores de novelas da Rede Globo de Televisão, Carlos Alberto e Caíque Ferreira, entre outros.

 

 

 

CIDADÃO DAS CIDADES DE VILA VELHA (NASCIMENTO) E BENEMÉRITO DE HONRA DA CIDADE DE SERRA E DA CIDADE DE CARIACICA, NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO: Clério José Borges é também Cidadão Serrano (da Cidade da Serra, na Grande Vitória, ES) tendo recebido o título em Solenidade da Câmara Municipal, no dia 26 de dezembro de 1994, concedido graças a indicação aprovada por unanimidade da então Vereadora Márcia Lamas. Clério é ainda Cidadão Cariaciquense tendo recebido o título em solenidade da Câmara Municipal de Cariacica, ES, (Cidade da Grande Vitória, ES), no dia 14 de Julho de 2022, por indicação do ilustre Vereador da Câmara Municipal de Cariacica, Edson Nogueira.

 

 

 

TRABALHO. - JORNALISTA. Clério trabalhou no Jornal "A Tribuna", de 1969 a 1972. Foi Foca, Repórter, Crítico de Cinema e chegou a CHEFE DE REPORTAGEM. No Jornal A Tribuna trabalhou com Jornalista renomados como Plínio Marchini, que faleceu numa quinta-feira, dia 26 de maio de 2022, que foi um dos primeiros diretores da TV Gazeta, televisão afiliada da TV Globo no Espírito Santo. Clério trabalhou ainda com Vinícius Paulo Seixas, Cláudio Bueno Rocha, Marien Calixte, Paulo Maia e o irmão Pedro Maia, Maura Fraga, Elber Suzano e o fotógrafo José Joaquim Nunes e muitos outros brilhantes profissionais. Clério foi ainda Jornalista Correspondente da revista de notícias da televisão, “Intervalo”, tendo publicado entre outras, uma série de reportagens sobre o caso do cantor Tony Tornado que se atirou do palco em cima da plateia, no I Festival de Verão de Guarapari, (Festival de Verão de Guarapari, o Guaraparistock, como a versão brasileira de Woodstock, nos dias 11,12, 13 e 14 de fevereiro de 1971). Clério José Borges posteriormente trabalhou no jornal "O Diário", como redator e chefe de reportagem, trabalhando com profissionais da qualidade de José Barreto de Mendonça, Rogério Medeiros e Pedro Maia.

 

 

 

TRABALHO. ESCRIVÃO DA POLÍCIA CIVIL. SERVIDOR PÚBLICO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. Clério José Borges atuou como escrivão de polícia civil desde 1975, recebendo medalhas de bronze, prata e ouro da corporação, por 30 anos de serviço prestados em favor da população Capixaba. Aposentou-se pela Portaria N.º 081, de 18 de janeiro de 2011, publicada na página 05 do Diário Oficial do Estado do Espírito Santo do dia 20 de janeiro de 2011, onde consta, "aposentadoria por tempo de contribuição, a partir de 17 de setembro de 2010, (...), computados 37 anos, 02 meses e 19 dias de tempo de contribuição. (...) Processo 01901621".

 

 

 

VIDA COMUNITÁRIA - ASSOCIAÇÃO DE MORADORES.  Teve relevante participação na vida Comunitária nas Cidades de Vila Velha e Serra. No bairro em que reside esteve envolvido em lutas comunitárias desde 22/04/1979, quando foi um dos organizadores do Movimento Comunitário do Bairro Eurico Salles onde reside, tendo sido o primeiro Vice-Presidente e, atuado posteriormente, novamente como Vice-Presidente, Diretor de Jornalismo e Secretário Geral. O bairro Eurico Salles fica no Distrito de Carapina no Município de Serra, na Grande Vitória, no Estado do Espírito Santo, Brasil.

 

 

 

PASTORAL FAMILIAR E MINISTRO DA PALAVRA SUBSTITUINDO O PADRE NAS CELEBRAÇÕES, FAZENDO PARTÍLHA DA PALAVRA (HOMILÍAS). Pertenceu a Pastoral Familiar (preparação de noivos para o casamento junto com sua esposa Zenaide e Magnólia Pedrina Silvestre) da Comunidade Católica São Paulo Apóstolo, da Paróquia São José Operário de Carapina, Serra, ES, desde 19 de março de 2005 até o dia 19 de agosto de 2022. Foi Ministro da Palavra, da referida Comunidade Católica São Paulo, Paróquia São José Operário, de 05 de agosto de 2008 até o dia 19 de agosto de 2022.

 

 

 

PROFESSOR. Exerceu a função de Professor, tendo sido, Professor de "Moral e Cívica", na Escola de 1º Grau "Agenor de Souza Lée", no bairro Divino Espírito Santo, antigo Toca, em Vila Velha, em 1972. Ministrou aulas para sete turmas de 5ª Série de 1º Grau. Foi Professor de "Administração e Controle", no Instituto de Educação "Professor Fernando Duarte Rabelo" – Praia de Santa Helena – Vitória – ES; Professor de "Técnicas Comerciais"; "Administração e Controle" e "Economia e Mercado", no Colégio Comercial Brasil, no bairro de Cobilândia, Vila Velha, ES, com carteira assinada de 01/04/77 a 26/02/80. Professor de "Técnicas Comerciais", na Escola de 1º Grau "Desembargador Ferreira Coelho", no bairro da Glória, Vila Velha, ES e na Escola Municipal de 1º Grau “Juiz Jairo de Mattos Pereira”, de São Torquato – Vitória –ES; Professor de "Português e Literatura", no Instituto Educacional "Rio Doce", de Santo Antônio – Vitória – ES; Professor de "Administração e Controle" e "Economia e Mercado", na Escola de 1º e 2º Graus "Clóvis Borges Miguel", Sede da Serra – ES.

 

o Organizou e foi Conferencista no Curso Livre de Jornalismo e Comunicação, de 4 a 22 de Maio de 1972, no Auditório do Colégio dos Irmãos Maristas, de Vila Velha, com apoio da Prefeitura Municipal de Vila Velha e que teve a participação de mais de 300 alunos das Escolas de Vila Velha. Entre os Conferencistas: Marien Calixte; Amylton de Almeida; A. Élber Suzano; Antônio Augusto Rosetti; Emanuel Barcellos; Clério José Borges; Castelo Mendonça; Itaguassy Fraga; Zedânove Tavares; Esdras Leonor; Paulo Bonates e Pedro Maia.

 

 

 

ACADEMIAS DE LETRAS E ARTES. Fundador e primeiro presidente da Academia de Letras e Artes da Serra (ALEAS), na Cidade de Serra, na Região Metropolitana da Capital Vitória, ES. Fundou o Clube dos Trovadores Capixabas (CTC) a 1º de julho de 1980, entidade Cultural de divulgação da Trova e da Poesia em Geral que no dia 18 de novembro de 2017 transformou-se em ACLAPTCTC, Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores. É Acadêmico Titular da Academia de Letras de Vila Velha e Secretário Geral da Academia de Letras Jurídicas do Estado do Espírito Santo e membro de várias Academias de Letras no Estado e no Brasil. 

 

 

 

FEBET - FEDERAÇÃO BRASILEIRA - Participou da fundação da Federação Brasileira de Entidades Trovistas, (FEBET) em 1984. Fundou com o Escritor Paranaense e radicado no Rio de Janeiro, Dr. Eno Teodoro Wanke, o novo movimento em torno da Trova no Brasil denominado de Neotrovismo, responsável pela realização de Seminários, Congressos, Encontros Nacionais de Poetas Trovadores em várias cidades brasileiras de 1985 ao ano 2025, de Porto Velho em Rondônia a Porto Alegre. De Recife e Olinda a Salvador. Do Rio de Janeiro a Maringá, Timóteo e Formiga, São Paulo e Brasília.

 

 

 

CONSELHEIRO ESTADUAL DE CULTURA. Foi Conselheiro Titular, representante da área de Literatura, do Conselho Estadual de Cultura do Estado do Espírito Santo, durante quatro anos, de 04/01/1989 a 18/02/1993, tendo exercido os cargos de Vice-Presidente e Secretário do referido Conselho. De 1993 ao ano 2000 atuou como Suplente e Colaborador do referido Conselho. Foi Conselheiro Titular do Conselho Municipal de Cultura da cidade de Serra ES, representante da área de Literatura, de 24/09/1997 a 20/07/2012, ou seja, durante o período de 14 anos, 09 meses e vinte dias, tendo exercido o cargo de Vice-Presidente e o cargo de Secretário do referido Conselho. 

 

 

 

CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA, SERRA, ES. No Conselho Municipal de Cultura da Cidade da Serra foi Conselheiro Titular da Câmara de Literatura de 24 de setembro de 1997 a 20 de Julho de 2012, ou seja, durante o período de 14 anos, 09 meses e vinte dias. É Senador da Cultura, no Congresso da Sociedade de Cultura Latina do Brasil desde o dia 11 de maio de 2004.

 

 

 

SOCIEDADE DE CULTURA LATINA DO BRASIL. Foi eleito primeiro Presidente da Diretoria Executiva Nacional da SCLB, Sociedade de Cultura Latina do Brasil, no dia 24 de julho de 1988, no Salão principal da Casa de Portugal, situada na Avenida da Liberdade, 602 em São Paulo, tendo permanecido na presidência até o dia 26 de novembro de 1994, quando foi eleita a professora Maria Aparecida de Mello Calandra, residente em Mogi das Cruzes, SP, tendo Clério assumido a 1ª Vice-presidência e, como 2ª Vice-Presidente foi eleita a Escritora Tereza Cristina Bauer, de São Paulo.

 

 

 

PROGRAMA "SEM CENSURA" - 1987 - No dia 18 de junho de 1987, Clério José Borges participou do Programa de Televisão da TV Educativa, “Sem Censura”. O programa foi exibido para todo o Brasil tendo como apresentadora a Jornalista Lúcia Leme. Sem Censura é um programa de entrevistas, exibido à nível Nacional, antes pela TV Educativa e depois pela TV Brasil, de segunda a sexta, às 16 horas (horário de Brasília). O programa foi exibido para todo o Brasil tendo como apresentadora a Jornalista Lúcia Leme. Junto com Clério participaram como entrevistados as pessoas de: Carlos Domingues (Gerente do Centro de Serviços Genealógicos); Carlos Alberto, ator; Letícia Garcia, Compositora; Felipe Abreu, Cantor; José Tadeu Carneiro Cardoso, conhecido como Mestre Camisa, Capoeirista; Marisa V. de Carvalho, Restauradora; Hélio Lates, do Fiu-Fiu Sport Clube; Caíque Ferreira, ator e Clério José Borges, professor. A Equipe técnica do programa era composta, além de Lúcia Leme como apresentadora, de Kátia Chalita, professora; Maneco Muller, Jornalista; Eliana Monteiro, Jornalista; Mário Morel, Editor Geral; Maria Helena do Cicco e Milton Canuto, como produtores; Maria Barcellos e Rose Prado, como Assistentes de Produção; Angela Garambone, redatora; Ana Regina Abranches, repórter.

 

 

 

DESTAQUE NO CARNAVAL E NO JORNAL NACIONAL. Clério José Borges teve dois importantes reconhecimentos como Historiador. O primeiro aconteceu no dia 10 de fevereiro de 2007, em pleno Carnaval Capixaba, quando Clério José Borges foi convidado pelo Carnavalesco e Presidente da Escola de Samba, Rosas de Ouro, do bairro de Serra Dourada, da cidade da Serra, ES, Marcos Caran para desfilar como Destaque que em um Carro Alegórico com um Fardão Acadêmico. O Grêmio Recreativo Escola de Samba Rosas de Ouro foi fundado em 1984 na cidade de Serra, porém disputa o Carnaval da capital, Vitória. Possui as cores: Azul Royal e Dourado, sendo oriunda das comunidades de Serra Dourada I, II e III. O enredo “Serra, Rosas de Ouro Canta Seus 450 Anos de Glória e História” foi de autoria da professora Regina Messa e a letra e música do Samba Enredo foram de autoria dos compositores, Flávio Manoel e Adiel Carteiro Poeta, com base no livro “História da Serra” de Clério José Borges. O nome Rosas de Ouro é inspirado numa condecoração instituída pelo Papa Gregório II em 730, para condecorar virtuosas princesas católicas, sendo o buquê de Rosas de Ouro representada por uma pequena roseira de ouro maciço. REDE GLOBO DE TELEVISÃO. Novo reconhecimento foi realizado no dia 11 de dezembro de 2014 quando Clério José Borges foi destaque em matéria jornalística do Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão, ocasião em que foi entrevistado como Historiador da Serra, junto com o ativista cultural Aurélio Carlos Marques de Moura. O tema da entrevista foi sobre as Ruínas da Igreja de São José do Distrito do Queimado, onde ocorreu uma revolta dos negros escravizados no ano de 1849. No início do mês de dezembro de 2014, logo pela manhã, o telefone toca e o Jornalista e Escritor Aurélio Carlos Marques de Moura dá a notícia: Clério se veste que daqui a meia hora nós dois seremos entrevistados pela TV Gazeta, de Vitória, ES para o Jornal Nacional. Vamos falar sobre as ruínas do Queimado. Eu vou falar do abandono e da falta de providencias para a restauração da Igreja e você fala da parte histórica. Duas horas depois já estávamos no Queimado concedendo entrevista ao Repórter Mário Bonella. No dia 11 de dezembro de 2014, o Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão veiculou uma Reportagem Especial sobre as Ruínas da Igreja de São José, localizada no Distrito do Queimado, atualmente Município da Serra, no Estado do Espírito Santo. O Repórter Mário Bonella entrevistou Clério José Borges, autor do Livro que fala sobre a colonização da Serra e o Acadêmico Aurélio Carlos Marques de Moura, como representante do Movimento Negro. O local foi palco de uma Revolta de Escravizados que foi iniciada no dia 19 de março de 1849, liderada por Chico Prego, João da Viúva Monteiro e Elisiário. A preocupação dos entrevistados era as ruínas fossem ruir por completo e acabar nem existindo mais no local, os vestígios de ter sido ali uma Igreja e palco de uma das mais importantes Revoltas de Escravizados da Região Sudeste do Brasil. Eis a fala de Clério José Borges que foi para o ar, no JORNAL NACIONAL e que foi retransmitido para todo Brasil e que foi exibida também na GLOBO INTERNACIONAL e na GLOBO NEWS: “Armados com facão, com armas, com rifles e tudo mais. Quando eles saíram, eles foram pelas fazendas da região, pelos sítios da região, arregimentando todos os outros negros e, com isso, foram organizando uma grande revolta", contou o historiador Clério José Borges. Tropas foram enviadas do Rio de Janeiro para conter a revolta que durou quatro dias e terminou com a derrota dos escravizados.

 

 

 

SOCIEDADE DE CULTURA LATINA DO BRASIL - Foi eleito primeiro Presidente da Diretoria Executiva Nacional da SCLB, Sociedade de Cultura Latina do Brasil, no dia 24 de julho de 1988, no Salão principal da Casa de Portugal, situada na Avenida da Liberdade, 602 em São Paulo, tendo permanecido na presidência até o dia 26 de novembro de 1994, quando foi eleita a professora Maria Aparecida de Mello Calandra, residente em Mogi das Cruzes, SP, tendo Clério assumido a 1ª Vice-presidência e, como 2ª Vice-Presidente foi eleita a Escritora Tereza Cristina Bauer, de São Paulo.

 

 

 

CONGRESSOS DE POETAS TROVADORES. Desde 1981, Clério José Borges organiza anualmente, um evento de três a quatro dias que de 1981 ao ano 2000 foi denominado de Seminários Nacionais da Trova e de 2001 a 2025, os Seminários mudaram de nome. Foram denominados de Congressos Brasileiros de Poetas Trovadores. Os últimos foram 2025 - Ilha de Paquetá no Rio de Janeiro. Do Espírito Santo a ACLAPTCTC realizou durante quatro dias com Troveata (Desfile), Palestras e Missa em Trovas, um evento no Rio de Janeiro; 2024 - Cidade de Venda Nova do Imigrante; 2023 - Balneário de Barra do Jucu, na Cidade de Vila Velha, ES; 2022 - Cidade de Santa Maria de Jetibá, ES; 2021 - Balneário de Jacaraípe, Cidade de Serra ES. A cada ano o evento é acolhido por uma cidade, tornando o Congresso Brasileiro de Poetas Trovadores uma festa Itinerante, que tem por objetivo propagar a trova e valorizar os poetas trovadores. Os Congressos Brasileiros de Poetas Trovadores reúnem anualmente, durante três ou quatro dias, Poetas Trovadores de diversas cidades brasileiras que lançam e relançam livros, participam de palestras, do desfile da Troveata, da Missa em Trovas, da Serenata e de um Sarau denominado de Festival poético musical. Também sempre é programado durante o Congresso um Festival de Corais. O Congresso sempre aprova no final uma Carta de intenções e reinvindicações a ser encaminhada as autoridades brasileiras.

 

 

 

CLUBE DOS INTELECTUAIS FRANCES, PARIS, FRANÇA. 1987 - MEMBRE D’ HONNEUR do CLUBE DOS INTELECTUAIS FANCESES, Paris – França. Diploma conferido em 10 de setembro de 1987.

 

 

 

ACADEMIA PETROPOLITANA DE LETRAS. 1987 - SÓCIO Correspondente, Cadeira nº 51, Patrono Gabriel Kopke Fróes, da Academia Petropolitana de Letras de Petrópolis - RJ. Diploma datado de 29 de abril de 1987, assinado pelo Presidente Joaquim Eloy Duarte dos Santos. Registro no livro nº 03 sob o nº 87030051, em 29/04/87.

 

 

 

ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL DOS ESCRITORES DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO – APES. 1987 - Clério José Borges organizou e fundou a 06 de fevereiro de 1987, com o Escritor, José Luiz Pereira Passos, a APES, cuja a reunião da fundação foi convocada por EDITAL PÚBLICO no Diário Oficial do Estado, no dia 04 de fevereiro de 1987. A APES foi registrada na Delegacia do Ministério do Trabalho do Estado do Espírito Santo, sob o nº 156, no livro 02, fls. 156, no dia 23 de fevereiro de 1987. José Luiz foi o primeiro Presidente e Clério José Borges, Secretário Geral e Vice. Posteriormente em reunião plenária de 19 de março de 1988, no AUDITÓRIO DA REDE GAZETA DE COMUNICAÇÃO, Clério José Borges, assumiu a Presidência da APES. Com a Constituição Brasileira de 1988, a APES, transformou-se em SINDICADO DOS ESCRITORES DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO, em Assembleia Geral realizada no dia 11 de janeiro de 1990, na Área de Exposições da Galeria Homero Massena, no Centro de Vitória, Permanecendo Clério Borges na Presidência. Clério após um ano não encontra tempo para cuidar do Sindicato. Foram convocadas Assembleias para eleição de nova Diretoria, mas não houve "quórum". O Sindicato encontra-se atualmente inativo. Os Livros de Atas e Livro de Registro de Sócios foram organizados por Clério José Borges.

 

 

 

LIVROS PUBLICADOS. Clério Borges publicou mais de 15 livros, sendo os mais destacados e premiados, História da Serra, que relata a colonização da Cidade de Serra, ES, pelos Índios Temiminós de Maragajaguaçu; Serra em Prosa e Versos/Poetas e Escritores da Serra; Origem Capixaba da Trova; Dicionário Regional de Gírias e Jargões; Serra Colonização de uma Cidade; “Maragajaguaçu, Braz Lourenço, José de Anchieta e Araribóia” e “A Mulher Heroína do Queimado, Aisha Keto Korowe Detokumbo, Benedita Torreão, Princesa que veio de além-mar”.

 

LIVROS PUBLICADOS EM DESTAQUE: 

 

1) “História da Serra”, premiado em solenidade realizada em Mogi das Cruzes, no Estado de São Paulo, como Melhor Livro do ano de 1988;

 

2) “Serra, Colonização de uma Cidade”, obra que aborda a colonização da Cidade da Serra na Grande Vitória ES, iniciada com comprovação histórica e base em documentos antigos com a fundação da Aldeia de Nossa Senhora da Conceição a 08 de Dezembro de 1556, pelo Padre Braz Lourenço e o Chefe da Nação dos Indígenas Temiminós, Maracajaguaçu (Gato Bravo Grande). 

 

3) “Dicionário Regional de Gírias e Jargões", com mais de 10 mil gírias e Jargões da Malandragem, colhidas pelo autor Clério José Borges durante 35 anos de atividade profissional como Escrivão de Polícia Civil no Estado do Espírito Santo ouvindo oitivas, declarações e depoimentos de várias pessoas. 

 

4) “A Mulher Heroína do Queimado, Aisha Keto Korowe Detokumbo, Benedita Torreão, Princesa que veio de além-mar.” Um trabalho de Pesquisa que identifica a mulher que participou, como heroína, de uma Revolta de Negros Escravizados ocorrida no Porto localizado no Rio Santa Maria da Vitória denominado de "Vila do Queimado", revolta esta que durou três dias e teve mais de 300 escravos envolvidos e que foi iniciada em 19 de março de 1849.

 

 

 

RECONHECIMENTO E HONRARIAS: Detém mais de 500 diplomas, honrarias, medalhas e comendas por seu trabalho literário e como poeta, trovador, escritor e historiador Capixaba, inclusive recebeu no dia 30 de setembro de 2023, o título de “Mestre da Cultura Capixaba” da Associação Capixaba de Cultura e Arte, no Encontro de Danças Folclóricas realizado na Praia da Costa em Vila Velha ES.  

Clério José Borges
Enviado por Clério José Borges em 19/11/2025
Alterado em 20/01/2026
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