Trovas, Neotrovismo, Literatura, Livros, Movimento Trovadoresco, Trovismo, Trovadorismo, Trova, Poesia, Cultura Popular
Escritor e Historiador Clério José Borges
Comendador, Poeta Trovador Capixaba. Figura proeminente na cena cultural do Espírito Santo.
Textos

STARTUP: CRIPTOMOEDAS, REDE OCULTAS NA INTERNET, DARKNET E GUERRA ENTRE GANGS DE DROGAS EM MIAMI, SÃO OS DESTAQUES DA TRAMA “STARTUP”

Cinema - Coluna Crítica: Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries 01 - Clério José Borges.

 

CRIPTOMOEDAS, REDE OCULTAS E ANÔNIMAS COMO DARKNET E SOFTWARE COMO TOR E A GUERRA ENTRE GANGS DE DROGAS EM MIAMI SÃO OS DESTAQUES DA TRAMA “STARTUP”

                 Críticas e Comentários de Clério José Borges.

 

     StartUp é uma série de crime e drama sobre a criação de uma criptomoeda controversa, GenCoin/Araknet, financiada com dinheiro sujo em Miami, misturando tecnologia mundial, gangues e corrupção policial. Apesar das cenas explícitas de sexo e drogas que muitos não gostam, o enredo mantém tensão alta com tradições e ambições, enquanto atuações fortes elevam os personagens complexos. A série tem três temporadas, com recepção mista de críticas, mas elogiada pelo público pela atenção.

No elenco o destaque é para Adam Brody como Nick Talman, banqueiro que financia ou startup com fundos ilícitos. Edi Gathegi como Ronald Dacey, ex-gangster que traz intensidade e profundidade emocional. Otmara Marrero como Izzy Morales, gênio tecnológico determinado e visionário. Martin Freeman como Phil Rask, agente corrupto e manipulador do FBI.

     A série é envolvente com cenas de sexo/drogas excessivas no início, criticadas pelos espectadores. Violência realista impulsiona atuações, binge-watch viciante para fãs de thrillers. Binge-watch significa assistir a episódios de uma série ou vários conteúdos de uma vez só, geralmente em uma única sessão prolongada, sem pausas significativas. Popularizado por plataformas de streaming como Netflix, o termo descreve maratonas intensas que consomem horas, alterando a experiência tradicional de TV semanal. O Termo surgiu com o streaming sob demanda, onde temporadas completas são liberadas de uma vez, incentivando o "binge-publishing". "Binge" remete aos excessos como compulsão alimentar, adaptado para consumo voraz de mídia.

Na Netflix são apresentadas três temporadas de Startup sendo que a última foca nas disputas internacionais na Araknet, novos vilões como NSA e investidores, culminando em finais ambíguos, num ritmo irregular e culminância fraca sem polimento e sem um encerramento empolgante. O personagem Rask eleva a série como antagonista complexo, de agente frustrado a monstruoso, contrastando com as ambições "nobres" do trio. Sua atuação consistente ao longo das temporadas reforça a queda moral de Rask, de chantagista a monstruoso na T3, com adição que faz o público sentir desconforto e fascínio. Freeman é frequentemente chamado de "melhor parte" da série, elevando diálogos e cenas violentas pela profundidade psicológica.

     Martin Freeman iniciou sua carreira de atuação no final dos anos 1990 com pequenas participações em séries de TV britânicas, ganhando destaque na comédia The Office (2001), como Tim Canterbury. Seus primeiros papéis vieram logo após, incluindo Men Only (2001) e a minissérie Fields of Gold (2002), antes de papéis maiores como em Love Actually (2003).

     StartUp não tem previsão para uma quarta temporada. A série original encerrou oficialmente após a terceira temporada, lançada em novembro de 2018, sem atualização confirmada. Rumores de revival surgiram em 2021 devido ao sucesso na Netflix, mas nada se concretizou até 2026, com o catálogo saindo em vários países, o que Clério José Borges acha lamentável pois a cena final da terceira série, com os três protagonistas levando o corpo da agente morta para uma região de pântano sugere com certeza uma continuação da trama. Então é assim. Uma agente policial é morta e não há punição e qual é realmente o envolvimento dela. É policial mesmo ou agente de uma organização criminosa? Perguntas que ficam sem respostas.

A série StartUp (2016–2018) foi conduzida por um grupo seleto de diretores: Ben Ketai foi o principal diretor e showrunner, responsável por 16 episódios (cerca de metade da série), incluindo o piloto e vários finais de temporada. Olly Blackburn dirigiu 5 episódios durante a 2ª temporada (2017). Luís Prieto foi o responsável por 4 episódios na 1ª temporada (2016). Andrew Neel dirigiu 3 episódios na 3ª temporada (2018). Timothy A. Burton dirigiu 2 episódios na 3ª temporada (2018). Críticos elogiaram a capacidade dos diretores de transformar Porto Rico em uma Miami sombria e visceral. A cinematografia foi descrita como "genial" em momentos específicos, utilizando elementos visuais para reforçar a tensão. Publicações como o The Hollywood Repórter criticaram a direção de Ben Ketai por, às vezes, não conseguir equilibrar o desen

volvimento de personagens com a ação, resultando em um ritmo "arrastado" ou dependente excessivo de diálogos expositivos. Na minha visão a direção deve ser bem avaliada por retratar a tecnologia e a violência de forma realista e "crua", fugindo aos sensacionalismos desnecessários.

A série StartUp estreou no Brasil em 6 de setembro de 2016, simultaneamente com o lançamento nos EUA pela Sony Crackle. Posteriormente, chegou à Netflix Brasil na volta de 2021, mas foi removido e retornado ao catálogo em 26 de dezembro de 2025, permitindo uma nova maratona de três temporadas. A série StartUp (2016–2018), criada por Ben Ketai e disponível em plataformas como Sony Crackle e Netflix, possui 3 temporadas. No total, conta com 30 episódios, distribuídos em 10 por temporada. A trama segue um drama criminal sobre criptomoeda e crime organizado, com elenco principal incluindo Adam Brody, Edi Gathegi e Otmara Marrero e foi cancelado após a terceira temporada.

 

     A Série foi assistida por Clério José Borges na Netflix nos primeiros dias de janeiro de 2026.

Comentário e análise feita por Clério José Borges em 10 de janeiro de 2026. Classificação final, recomendado pelas tramas e intrigas políticas, mas sujeito a críticas pelas cenas de sexos quase explícitas altamente desnecessárias no enredo.

 

     Numa avaliação de Zero a Dez: Nota 6. (SEIS).

 

     CRIPTOMOEDAS, REDE OCULTAS E ANÔNIMAS COMO DARKNET E SOFTWARE COMO TOR E A GUERRA ENTRE GANGS DE DROGAS EM MIAMI SÃO OS DESTAQUES DA TRAMA “STARTUP”

 

====================================

 

OBSERVAÇÃO

 

A Coluna Jornalística, Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries foi criada pelo Escritor Capixaba Clério José Borges na madrugada do dia 10 de Janeiro de 2026 quando resolveu tecer algumas avaliações sobre Filmes e Séries que tem assistido nos últimos anos nos canais de serviços de streaming ou plataformas de streaming como Netflix, Amazon Prime Video, Disney+, Max e outras que oferecem acesso a um vasto catálogo de conteúdo de vídeo (filmes, séries, documentários, etc.) que pode ser assistido a qualquer momento, em diversos dispositivos conectados à internet.

 

Dois motivos levaram a tecer tais comentários:

 

         1) - Com os comentários consigo registrar e relacionar todos os Filmes e Séries assistidas, procurando valorizar o trabalho da Direção e dos atores.

 

         2) - Lembrar os tempos antigos em que militei na Imprensa Capixaba, como Crítico de Cinema, trabalhando na Redação com ídolos do Jornalismo Capixaba, como por exemplo, CBR - Cláudio Bueno Rocha e Vinícius Paulo Seixas no Jornal A Tribuna de Vitória, Capital do Estado do Espírito Santo.

 

          Em definitivo o título da coluna ficou:

 

          Cinema - Coluna Crítica: Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries.

(O adocicado do mel misturado a uma gostosa pipoca para degustar, enquanto se assiste um filme ou uma série).

 

================================================

 

        CLÉRIO BORGES, JORNALISTA PROFISSIONAL, COM CARTEIRA ASSINADA E CRÍTICO DE CINEMA.

 

 

 

         Clério José Borges trabalhou no jornal A Tribuna, em Vitória (ES), no período de 1969 a 1972. Durante esses anos, ele percorreu diversas etapas da carreira jornalística:

 

          Começou como foca (Estagiário), em 1969. Foi promovido depois a Repórter e Redator.

 

          Atuou em diversas editorias, desde Editoria Geral até a Editoria Política até encontrar sua real vocação. Ser um Crítico de Cinema, especializando-se como comentarista e crítico de filmes.

 

          Foi promovido a Chefe de Reportagem, cargo máximo que alcançou antes de encerrar seu ciclo no jornal A TRIBUNA. Trabalhou também, durante algum tempo no jornal O Diário, de Vitória, ES. O Jornal está atualmente extinto. Após breve período no “Diário” da Rua Sete, como era chamado o Jornal, passou a ministrar vários Cursos de Iniciação ao Jornalismo e Comunicação Social em várias cidades do Espírito Santo e de Minas Gerais, orientando durante um período de aproximadamente dois anos, mais de Dez mil alunos. Em seguida fez Concurso Público, ingressando no Serviço Público Estadual na área de Segurança Pública, trabalhando durante 35 anos como Escrivão da Polícia Civil, (atualmente o Cargo é Oficial de Polícia Civil) período em que recebeu as Medalhas de Bronze, Prata e Ouro por serviços prestados a Comunidade Capixaba. Como Escrivão realizando a oitiva das pessoas, conseguiu subsídios para a publicação de um Livro denominado de "Dicionário Regional de Gírias e Jargões da Malandragem" cujo lançamento oficial no dia 19 de abril de 2012, no Estado do Espírito Santo, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura do Município de Serra, ES, a Lei Chico Prego.

 

          Além de seu trabalho com Carteira Profissional assinada, no Jornal A Tribuna, de Vitória, ES, Clério José Borges foi correspondente da "Revista Intervalo" na mesma época, onde ganhou destaque por cobrir o episódio em que o cantor Tony Tornado saltou sobre a plateia no Festival de Verão de Guarapari, em 1971. A Revista Intervalo (1963–1972) foi a primeira grande publicação impressa brasileira dedicada exclusivamente ao universo da televisão. Lançada pela Editora Abril, trazia programação de TV, notícias sobre celebridades, bastidores das emissoras, fotonovelas e cartazes, consolidando-se como um guia essencial para o telespectador nos anos 1960.

 

 

 

BIOGRAFIA RESUMIDA:

 

          Clério José Borges é Escritor, Historiador, Poeta, Comendador e Trovador Capixaba. Nasceu em Vila Velha, Espírito Santo. Fundou e preside desde 1º de julho de 1980 o Clube dos Trovadores Capixabas CTC, que no dia 18 de novembro de 2017 transformou-se na Academia ACLAPTCTC, Academia de Letras e Artes de Poetas Trovadores. Foi fundador e primeiro Presidente da Academia de Letras e Artes da Serra, de sigla ALEAS. É morador do Município da Serra, ES, desde 1979 e Cidadão Serrano desde 26 de dezembro de 1994. Foi Jornalista dos Jornais A TRIBUNA e O DIÁRIO, de Vitória, ES, onde atuou de Foca a Chefe de Reportagem se especializando como comentarista e crítico de Filmes. Foi Conselheiro Titular do Conselho Estadual de Cultura do Espírito Santo, de 1989 a 1993 e Conselheiro Suplente e Colaborador de 1993 ao ano 2002. Conselheiro Titular da Câmara de Literatura do Conselho Municipal de Cultura da Serra, de 24/09/1997 a 20/07/2012, ou seja, durante o período de 14 anos, 09 meses e vinte dias. É Senador da Cultura, título recebido pela Sociedade de Cultura Latina do Brasil e, é Mestre da Cultura Capixaba. Possui pouco mais de quinze livros publicados, sendo alguns individuais e outros como organizador de Coletânea e Antologias, destacando-se as obras, “Serra, Colonização de uma Cidade” e a obra em forma de Livreto da Literatura de Cordel, "O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe" e o Livro “Dicionário Regional de Gírias e Jargões" É Técnico de Contabilidade e estudou Pedagogia e Direito na UFES. Pertence a diversas entidades, Associações e Academias de Letras e Artes no Espírito Santo, no Brasil e no Exterior.

 

 

 

===============================================

 

 

 

#cinema #cleriojoseborges #clériojoséborges #críticacinematográfica #serraes #aclaptctc #neotrovismo #meldeabelhaepipoca

 

 

 

===============================================

Clério José Borges
Enviado por Clério José Borges em 10/01/2026
Alterado em 31/01/2026
Comentários