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A EMBAIXADORA COM KERI RUSSELL
OBSERVAÇÃO: No Globo de Ouro 2026, realizado em 11 de janeiro, Keri Russell foi indicada à categoria de Melhor Atriz em Série de Drama por seu papel em "A Diplomata" (Netflix). Embora tenha sido um dos destaques da noite, o prêmio da categoria foi vencido por Rhea Seehorn (por Pluribus). Na mesma premiação, o filme brasileiro "O agente secreto" venceu como melhor filme em língua não-inglesa e o ator Wagner Moura recebeu o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama, todavia para mim, o Destaque vai para a atriz Keri Russell, linda e maravilhosa que usou um vestido preto de gola alta e cetim da grife Stéphane Rolland, com as laterais cavadas e as costas totalmente abertas. O look foi complementado com um broche de marquise na cintura e joias da Tiffany & Co. Keri Russell compareceu ao evento acompanhada de seu parceiro, Matthew Rhys, que também estava indicado na categoria de Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme por "The Beast in Me". A atriz conquistou o prêmio Globo de Ouro em 1999 na categoria de Melhor Atriz em Série de Drama por seu papel como a protagonista Felicity Porter na série "Felicity".
CRISES DIPLOMATICAS E O DUELO ENTRE HOMEM E MULHER NO PODER SÃO OS DESTAQUES DA SÉRIE A EMBAIXADORA COM KERI RUSSELL
Pesquisa, análise e autoria do Texto: Clério José Borges.
A Embaixadora (título em português de The Diplomat, Netflix) é um thriller político tenso sobre Kate Wyler (Keri Russell), embaixadora dos EUA no Reino Unido, navegando crises diplomáticas, atentados e traições internas. Diversas críticas já amplamente divulgadas, elogiam o roteiro refinado de Debora Cahn, bem como os diálogos inteligentes e o equilíbrio entre geopolítica e drama pessoal.
Rufus Sewell possui uma destacada performance como Hal Wyler, ex-embaixador e marido de Kate, com uma performance magnética que mistura carisma sedutor, vulnerabilidade e manipulação astuta. Sua química explosiva com Russell eleva cenas de tensão conjugal e política.
Na terceira Temporada há um momento cômico e ridículo. Uma cena de sexo entre o Primeiro-Ministro Nicol Trowbridge (Rory Kinnear) e sua esposa, Lydia Trowbridge (Pandora Colin). Um líder arrogante e impetuoso que na intimidade revela ser um homem sexualmente submisso e inseguro, dominado pela esposa. A cena serve para contrastar a dinâmica matrimonial dos Trowbridge com a de Kate e Hal (baseada em intelecto e caos) e a da Presidente Grace Penn com seu "Primeiro-Cavalheiro" Todd (baseada em carinho e cumplicidade antiga). Uma curiosidade: Os atores Rory Kinnear e Pandora Colin (Nicol e Lydia) são realmente casados na vida real.
As cenas de sexo da terceira temporada considero desnecessárias e "gratuitas", com um tempo excessivo de momentos de intimidade que pouco acrescentam à trama principal de espionagem e diplomacia que é o foco principal e mais importante de toda a série.
A atriz Keri Russell entrega uma atuação vibrante e digna dos maiores elogios como Kate Wyler em A Embaixadora (The Diplomat), transmitindo intensidade, vulnerabilidade e sagacidade. É uma embaixadora que domina crises geopolíticas com carisma natural. Como crítico capixaba eu, Clério José Borges destaco a atuação de Keri e a considero o coração pulsante de toda a série. Elogio a energia contagiante e as camadas emocionais que fazem de Kate um personagem inesquecível.
O espectador é envolvido pela trama e acaba torcendo em sua maioria pelo amor do casal Hal e Kate e muitos acabam considerando uma vulgaridade, o aparecimento de um novo amor para Kate, na terceira temporada. O novo interesse amoroso de Kate Wyler que provoca ciúmes em Hal é Callum Ellis, interpretado pelo ator Aidan Turner. Kate e Callum vivem cenas de sexo que novamente considero como gratuitas e deslocadas, contrastando com a sofisticação política. Outros jornalistas, críticos de cinema, notam excesso semelhante, mas focam menos no moralismo, priorizando a trama política ousada.
Sobre a atuação de Keri Russel vale destacar o que dizem os principais críticos:
Isabela Boscov (VEJA) chama Russell de "brilhante", elogiando sua presença magnética e habilidade em equilibrar vulnerabilidade com força em diálogos refinados.
O Site de cinema “Omelete” ressalta sua performance como "sempre maravilhosa", roubando cenas com carisma natural e química explosiva.
Já “Oxente Pipoca” destaca camadas emocionais profundas, tornando Kate uma protagonista inesquecível e digna de prêmios enquanto eu Clério José Borges, como crítico capixaba, exalto Keri Russel como dona de uma energia contagiante e atuação digna dos maiores elogios, coração de toda a série.
DIRETORES E O TRABALHO DE DIREÇÃO.
A série "A Embaixadora" teve episódios dirigidos por diferentes profissionais ao longo de suas temporadas, sob a supervisão da criadora e showrunner Debora Cahn. A produção alternou diretores experientes em dramas políticos e thrillers: Simon Cellan Jones: Dirigiu os dois primeiros episódios da 1ª temporada, estabelecendo o tom visual e narrativo da série. Andrew Bernstein: Responsável pelos episódios 3 e 4 da 1ª temporada. Liza Johnson: Dirigiu os episódios 5 e 6 da 1ª temporada. Alex Graves: Dirigiu os episódios finais (7 e 8) da 1ª temporada e retornou para episódios cruciais das temporadas seguintes, sendo um veterano de séries como The West Wing. Mauro Mendonça Filho: O renomado diretor brasileiro dirigiu episódios na 3ª temporada (lançada no final de 2025), trazendo uma nova perspectiva estética para a fase mais recente da trama.
O trabalho dos Diretores, alma de um filme ou série, entendo que consegue transitar com fluidez entre o drama político denso, o humor ácido e o suspense. Destaco ainda que a direção consegue tornar reuniões burocráticas e diálogos rápidos em momentos de alta tensão, evitando que a série se tornasse entediante ou puramente expositiva. Entendo ainda na minha análise que a direção consegue extrair o melhor de Keri Russell e Rufus Sewell, numa química que eleva as cenas e o confronto político de modo especial. Todo o trabalho melhorou ainda mais com o aparecimento de Alison Janney que interpreta Grace Penn, a Vice-Presidente dos Estados Unidos, que assume a Presidência após a morte do presidente Rayburn.
A Diplomata estreou na Netflix em 20 de abril de 2023, com a primeira temporada focada na embaixadora Kate Wyler navegando crises internacionais no Reino Unido. Até o dia 10 de janeiro de 2026, a série possui 3 temporadas completas, com a terceira lançada em 16 de outubro de 2025, e uma quarta já lançada para produção em 2026-2027. Cada temporada tem 8 episódios, totalizando 24 episódios. Estão disponíveis três temporadas, seguindo o formato padrão de thrillers políticos da Netflix.
AVALIAÇÃO PESSOAL
Aproveito para me apresentar. Sou Clério José Borges, jornalista e crítico capixaba com carreira em veículos como o Jornal A Tribuna e o, hoje extinto, Jornal O Diário, da Capital Vitória, ES. Com relação a Série A Diplomata, destaco novamente a atuação vibrante de Keri Russell, reprovando às cenas de sexo que considera "ridículas e vulgares" dentro de uma concepção minha mais conservadora e moralista.
Sou conhecido por avaliações pessoais e diretas de séries, focando em aspectos culturais, nas plataformas pessoais, publicando análises e críticas detalhadas sobre filmes e séries, principalmente no meu web site pessoal no Recanto das Letras. Sou morador do bairro de Eurico Salles, no Distrito de Carapina no Município de Serra na Região Metropolitana da Grande Vitória, ES, também compartilho textos em perfis culturais como o Mapa Cultural ES, porém é no Recanto das Letras que apresento resenhas e análises mais completas de séries e filmes.
Minha visão sobre A Embaixadora (The Diplomat) é bem definida. É um excelente entretenimento com uma destacada atuação magnética de Rufus Sewell e um excelente e magnífico trabalho da encantadora Keri Russell. Mantenho minhas afirmativas e convicções: Considero as cenas de sexo desnecessárias e forçadas, destoando do tom sério da trama política.
Toda a série foi assistida por Clério José Borges na Netflix nos primeiros dias de março de 2025. Foi assistida novamente quando do lançamento da terceira temporada no dia 16 de outubro de 2025. Este comentário e esta análise foi feita por Clério José Borges em 10 de janeiro de 2026.
Classificação final: Altamente recomendado pelas tramas e intrigas políticas, mas sujeito a críticas pelas cenas de sexos quase explícitas altamente desnecessárias no enredo.
Numa avaliação de Zero a Dez: Nota 9. (NOVE).
(Só não leva DEZ por causa das cenas de Sexo quase explícitos e cenas que considero desnecessárias na trama.)
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OBSERVAÇÃO
A Coluna Jornalística, Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries foi criada pelo Escritor Capixaba Clério José Borges na madrugada do dia 10 de Janeiro de 2026 quando resolveu tecer algumas avaliações sobre Filmes e Séries que tem assistido nos últimos anos nos canais de serviços de streaming ou plataformas de streaming como Netflix, Amazon Prime Video, Disney+, Max e outras que oferecem acesso a um vasto catálogo de conteúdo de vídeo (filmes, séries, documentários, etc.) que pode ser assistido a qualquer momento, em diversos dispositivos conectados à internet.
Dois motivos levaram a tecer tais comentários:
1) - Com os comentários consigo registrar e relacionar todos os Filmes e Séries assistidas, procurando valorizar o trabalho da Direção e dos atores.
2) - Lembrar os tempos antigos em que militei na Imprensa Capixaba, como Crítico de Cinema, trabalhando na Redação com ídolos do Jornalismo Capixaba, como por exemplo, CBR - Cláudio Bueno Rocha e Vinícius Paulo Seixas no Jornal A Tribuna de Vitória, Capital do Estado do Espírito Santo.
Em definitivo o título da coluna ficou:
Cinema - Coluna Crítica: Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries.
(O adocicado do mel misturado a uma gostosa pipoca para degustar, enquanto se assiste um filme ou uma série).
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CLÉRIO BORGES, JORNALISTA PROFISSIONAL, COM CARTEIRA ASSINADA E CRÍTICO DE CINEMA.
Clério José Borges trabalhou no jornal A Tribuna, em Vitória (ES), no período de 1969 a 1972. Durante esses anos, ele percorreu diversas etapas da carreira jornalística:
Começou como foca (Estagiário), em 1969. Foi promovido depois a Repórter e Redator.
Atuou em diversas editorias, desde Editoria Geral até a Editoria Política até encontrar sua real vocação. Ser um Crítico de Cinema, especializando-se como comentarista e crítico de filmes.
Foi promovido a Chefe de Reportagem, cargo máximo que alcançou antes de encerrar seu ciclo no jornal A TRIBUNA. Trabalhou também, durante algum tempo no jornal O Diário, de Vitória, ES. O Jornal está atualmente extinto. Após breve período no “Diário” da Rua Sete, como era chamado o Jornal, passou a ministrar vários Cursos de Iniciação ao Jornalismo e Comunicação Social em várias cidades do Espírito Santo e de Minas Gerais, orientando durante um período de aproximadamente dois anos, mais de Dez mil alunos. Em seguida fez Concurso Público, ingressando no Serviço Público Estadual na área de Segurança Pública, trabalhando durante 35 anos como Escrivão da Polícia Civil, (atualmente o Cargo é Oficial de Polícia Civil) período em que recebeu as Medalhas de Bronze, Prata e Ouro por serviços prestados a Comunidade Capixaba. Como Escrivão realizando a oitiva das pessoas, conseguiu subsídios para a publicação de um Livro denominado de "Dicionário Regional de Gírias e Jargões da Malandragem" cujo lançamento oficial no dia 19 de abril de 2012, no Estado do Espírito Santo, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura do Município de Serra, ES, a Lei Chico Prego.
Além de seu trabalho com Carteira Profissional assinada, no Jornal A Tribuna, de Vitória, ES, Clério José Borges foi correspondente da "Revista Intervalo" na mesma época, onde ganhou destaque por cobrir o episódio em que o cantor Tony Tornado saltou sobre a plateia no Festival de Verão de Guarapari, em 1971. A Revista Intervalo (1963–1972) foi a primeira grande publicação impressa brasileira dedicada exclusivamente ao universo da televisão. Lançada pela Editora Abril, trazia programação de TV, notícias sobre celebridades, bastidores das emissoras, fotonovelas e cartazes, consolidando-se como um guia essencial para o telespectador nos anos 1960.
BIOGRAFIA RESUMIDA:
Clério José Borges é Escritor, Historiador, Poeta, Comendador e Trovador Capixaba. Nasceu em Vila Velha, Espírito Santo. Fundou e preside desde 1º de julho de 1980 o Clube dos Trovadores Capixabas CTC, que no dia 18 de novembro de 2017 transformou-se na Academia ACLAPTCTC, Academia de Letras e Artes de Poetas Trovadores. Foi fundador e primeiro Presidente da Academia de Letras e Artes da Serra, de sigla ALEAS. É morador do Município da Serra, ES, desde 1979 e Cidadão Serrano desde 26 de dezembro de 1994. Foi Jornalista dos Jornais A TRIBUNA e O DIÁRIO, de Vitória, ES, onde atuou de Foca a Chefe de Reportagem se especializando como comentarista e crítico de Filmes. Foi Conselheiro Titular do Conselho Estadual de Cultura do Espírito Santo, de 1989 a 1993 e Conselheiro Suplente e Colaborador de 1993 ao ano 2002. Conselheiro Titular da Câmara de Literatura do Conselho Municipal de Cultura da Serra, de 24/09/1997 a 20/07/2012, ou seja, durante o período de 14 anos, 09 meses e vinte dias. É Senador da Cultura, título recebido pela Sociedade de Cultura Latina do Brasil e, é Mestre da Cultura Capixaba. Possui pouco mais de quinze livros publicados, sendo alguns individuais e outros como organizador de Coletânea e Antologias, destacando-se as obras, “Serra, Colonização de uma Cidade” e a obra em forma de Livreto da Literatura de Cordel, "O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe" e o Livro “Dicionário Regional de Gírias e Jargões" É Técnico de Contabilidade e estudou Pedagogia e Direito na UFES. Pertence a diversas entidades, Associações e Academias de Letras e Artes no Espírito Santo, no Brasil e no Exterior.
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