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Críticas e Comentários de Clério José Borges.
Fauda, disponível na Netflix, retrata o conflito israelense-palestino através de operações secretas de uma unidade israelense infiltrada em territórios palestinos. Uma série cativa pelo ritmo intenso, combinando ação, drama familiar e dilemas morais em cenários de alta tensão. Sua popularidade decorre da concepção percebida, ancorada nas experiências reais dos criadores Lior Raz e Avi Issacharoff, ex-agentes de elite. Lior Raz entrega uma performance convincente como Doron Kavretzki, transmitindo o peso psicológico de um líder obcecado por sua missão, equilibrando heroísmo e falhas humanas. Atores árabe-israelenses e palestinos, como aqueles que interpretam membros do Hamas, falam árabe nativo, adicionando realismo linguístico e emocional, embora os críticos notem uma humanização limitada aos antagonistas. Destaques incluem Itzik Cohen como Ayoub, cuja fluência em árabe intensifica interrogatórios perturbadores.
O enredo envolve a sucessão de intrigas, traições e reviravoltas, como a perseguição a líderes do Hamas e dilemas éticos em missões infiltradas. Elementos de ação e de conflitos surgem em contextos culturais conservadores palestinos, enquanto a violência mútua evoca acusações de possíveis atos ilegais, mas a narrativa favorece a perspectiva israelense, glorificando agentes como heróis. Críticos capixabas como Clério José Borges elogiam o fascínio dramaticamente da série, onde se destaca um viés pró-Israel, ignorando raízes históricas palestinas numa abordagem que poderia ser enfocada em uma neutralidade sem endossar visões pró-Israel ou pró-Palestina.
A palavra Fauda significa "caos" em árabe, sendo usado como título da série para descrever situações de desordem extrema durante operações secretas israelenses. Também em hebraico a palavra tem o mesmo sentido, sendo o termo usado para descrever desordem ou confusão extrema, refletindo o tema da série sobre operações secretas no caos do conflito. Missões infiltradas são comprometidas, refletindo o tumulto do conflito. A série prioriza empatia israelense reforçando estereótipos e percepções ocidentais do conflito.
Fauda estreou originalmente em 15 de fevereiro de 2015 na emissora israelense Yes TV, criada por Lior Raz e Avi Issacharoff. No Brasil e globalmente na Netflix, a série ganhou destaque a partir de 2016, com distribuição internacional. Até janeiro de 2026, Fauda possui 4 temporadas completas disponíveis, com a quinta em produção e prevista para estrear no início de 2026 na Yes TV e depois na Netflix. Cada temporada tem 12 episódios, totalizando 48 episódios nas quatro temporadas lançadas, seguindo o formato de thrillers de ação intensa.
A série foi assistida por Clério José Borges na Netflix nos primeiros dias de novembro de 2025.
Comentário e análise feita por Clério José Borges em 10 de janeiro de 2026. Classificação final, recomendado.
Numa avaliação de Zero a Dez: Nota 7 (SETE).
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OBSERVAÇÃO
A Coluna Jornalística, Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries foi criada pelo Escritor Capixaba Clério José Borges na madrugada do dia 10 de Janeiro de 2026 quando resolveu tecer algumas avaliações sobre Filmes e Séries que tem assistido nos últimos anos nos canais de serviços de streaming ou plataformas de streaming como Netflix, Amazon Prime Video, Disney+, Max e outras que oferecem acesso a um vasto catálogo de conteúdo de vídeo (filmes, séries, documentários, etc.) que pode ser assistido a qualquer momento, em diversos dispositivos conectados à internet.
Dois motivos levaram a tecer tais comentários:
1) - Com os comentários consigo registrar e relacionar todos os Filmes e Séries assistidas, procurando valorizar o trabalho da Direção e dos atores.
2) - Lembrar os tempos antigos em que militei na Imprensa Capixaba, como Crítico de Cinema, trabalhando na Redação com ídolos do Jornalismo Capixaba, como por exemplo, CBR - Cláudio Bueno Rocha e Vinícius Paulo Seixas no Jornal A Tribuna de Vitória, Capital do Estado do Espírito Santo.
Em definitivo o título da coluna ficou:
Cinema - Coluna Crítica: Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries.
(O adocicado do mel misturado a uma gostosa pipoca para degustar, enquanto se assiste um filme ou uma série).
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CLÉRIO BORGES, JORNALISTA PROFISSIONAL, COM CARTEIRA ASSINADA E CRÍTICO DE CINEMA.
Clério José Borges trabalhou no jornal A Tribuna, em Vitória (ES), no período de 1969 a 1972. Durante esses anos, ele percorreu diversas etapas da carreira jornalística:
Começou como foca (Estagiário), em 1969. Foi promovido depois a Repórter e Redator.
Atuou em diversas editorias, desde Editoria Geral até a Editoria Política até encontrar sua real vocação. Ser um Crítico de Cinema, especializando-se como comentarista e crítico de filmes.
Foi promovido a Chefe de Reportagem, cargo máximo que alcançou antes de encerrar seu ciclo no jornal A TRIBUNA. Trabalhou também, durante algum tempo no jornal O Diário, de Vitória, ES. O Jornal está atualmente extinto. Após breve período no “Diário” da Rua Sete, como era chamado o Jornal, passou a ministrar vários Cursos de Iniciação ao Jornalismo e Comunicação Social em várias cidades do Espírito Santo e de Minas Gerais, orientando durante um período de aproximadamente dois anos, mais de Dez mil alunos. Em seguida fez Concurso Público, ingressando no Serviço Público Estadual na área de Segurança Pública, trabalhando durante 35 anos como Escrivão da Polícia Civil, (atualmente o Cargo é Oficial de Polícia Civil) período em que recebeu as Medalhas de Bronze, Prata e Ouro por serviços prestados a Comunidade Capixaba. Como Escrivão realizando a oitiva das pessoas, conseguiu subsídios para a publicação de um Livro denominado de "Dicionário Regional de Gírias e Jargões da Malandragem" cujo lançamento oficial no dia 19 de abril de 2012, no Estado do Espírito Santo, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura do Município de Serra, ES, a Lei Chico Prego.
Além de seu trabalho com Carteira Profissional assinada, no Jornal A Tribuna, de Vitória, ES, Clério José Borges foi correspondente da "Revista Intervalo" na mesma época, onde ganhou destaque por cobrir o episódio em que o cantor Tony Tornado saltou sobre a plateia no Festival de Verão de Guarapari, em 1971. A Revista Intervalo (1963–1972) foi a primeira grande publicação impressa brasileira dedicada exclusivamente ao universo da televisão. Lançada pela Editora Abril, trazia programação de TV, notícias sobre celebridades, bastidores das emissoras, fotonovelas e cartazes, consolidando-se como um guia essencial para o telespectador nos anos 1960.
BIOGRAFIA RESUMIDA:
Clério José Borges é Escritor, Historiador, Poeta, Comendador e Trovador Capixaba. Nasceu em Vila Velha, Espírito Santo. Fundou e preside desde 1º de julho de 1980 o Clube dos Trovadores Capixabas CTC, que no dia 18 de novembro de 2017 transformou-se na Academia ACLAPTCTC, Academia de Letras e Artes de Poetas Trovadores. Foi fundador e primeiro Presidente da Academia de Letras e Artes da Serra, de sigla ALEAS. É morador do Município da Serra, ES, desde 1979 e Cidadão Serrano desde 26 de dezembro de 1994. Foi Jornalista dos Jornais A TRIBUNA e O DIÁRIO, de Vitória, ES, onde atuou de Foca a Chefe de Reportagem se especializando como comentarista e crítico de Filmes. Foi Conselheiro Titular do Conselho Estadual de Cultura do Espírito Santo, de 1989 a 1993 e Conselheiro Suplente e Colaborador de 1993 ao ano 2002. Conselheiro Titular da Câmara de Literatura do Conselho Municipal de Cultura da Serra, de 24/09/1997 a 20/07/2012, ou seja, durante o período de 14 anos, 09 meses e vinte dias. É Senador da Cultura, título recebido pela Sociedade de Cultura Latina do Brasil e, é Mestre da Cultura Capixaba. Possui pouco mais de quinze livros publicados, sendo alguns individuais e outros como organizador de Coletânea e Antologias, destacando-se as obras, “Serra, Colonização de uma Cidade” e a obra em forma de Livreto da Literatura de Cordel, "O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe" e o Livro “Dicionário Regional de Gírias e Jargões" É Técnico de Contabilidade e estudou Pedagogia e Direito na UFES. Pertence a diversas entidades, Associações e Academias de Letras e Artes no Espírito Santo, no Brasil e no Exterior.
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