Trovas, Neotrovismo, Literatura, Livros, Movimento Trovadoresco, Trovismo, Trovadorismo, Trova, Poesia, Cultura Popular
Escritor e Historiador Clério José Borges
Comendador, Poeta Trovador Capixaba. Figura proeminente na cena cultural do Espírito Santo.
Textos

UBT Vitória Espírito Santo, Brasil.

Origem e fundação da União Brasileira de Trovadores na Capital Capixaba, em Vitória no Estado do Espírito Santo desde a época dos Presidentes Nacionais, Luiz Otávio, Carlos Guimarães e Domitila Beltrame.

UNIÃO BRASILEIRA DE TROVADORES NA CIDADE DE VITÓRIA, NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

 

De 1966 a 1970, Clério José Borges integrou a UBT - União Brasileira de Trovadores, seção de Vila Velha e Vitória, sendo o Terceiro Presidente, de 1968 a 1969. A UBT tinha como Delegado no ES, o Professor José Augusto de Carvalho, que fez a Convocação e promoveu a primeira Eleição sendo eleito primeiro Presidente, o Poeta Zedânove Tavares, tendo Clério permanecido no Conselho Fiscal. O Segundo Presidente foi Geraldo Nascimento, sendo Clério Borges, Vice-Presidente de Cultura. O terceiro Presidente foi Clério José Borges que em 1970 entregou a Presidência ao Poeta Edson Faioli, residente no bairro da Glória em Vila Velha, que não conseguiu manter e administrar a entidade, tendo a mesma se tornado inativa. Em documento assinado em 1º de janeiro de 1981, pelo Presidente Nacional Carlos Guimarães Clério Borges foi nomeado Delegado da UBT - União Brasileira de Trovadores em Vitória - ES, permanecendo no cargo até 30 de março de 1981, quando foi eleito primeiro Presidente da UBT em Vitória, o Dr. Carlos Dorsch. Para divulgar a nova entidade cultural, Clério criou o Jornal Mimeografado ESTANDARTE, Órgão de divulgação da UBT - Vitória, tendo sido publicados 5 números, com Tiragem de 300 Exemplares cada edição. No dia 02 de outubro de 2015, Clério José Borges com o apoio do Vereador Namy Chequer promove uma Sessão Solene em homenagem ao Dia Municipal da Trova em Vitória, ocasião em que é homenageada a Presidente Nacional da UBT, Trovadora Domitila Beltrame, A UBT de Vitória é reativada, sendo empossado como Presidente o Trovador Matusalém Dias de Moura. Na referida Sessão solene Clério recebe o Diploma de Honra ao Mérito em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à população de Vitória. Diploma datado de 02 de outubro de 2015, assinado pelo Presidente da Câmara Municipal de Vitória, Vereador Namy Chequer.

 

A Câmara Municipal de Vitória realiza nesta sexta-feira (02/10), às 19 horas, no Plenário, sessão solene em comemoração ao Dia Municipal da Trova. Na ocasião serão entregues troféus e medalhas aos vencedores do Concurso Nacional e Estadual de Trovas e aos 35º Aniversário de Fundação do Clube dos Trovadores Capixabas (CT).

O Clube dos Trovadores Capixabas é uma entidade cultural de divulgação da Poesia e da Trova, fundada no Espírito Santo no dia 1º de Julho de 1980. Já o concurso teve como dois temas: “Mudança” para trovadores veteranos e “Pátria” para estudantes e novos trovadores.

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No dia 02 de Outubro de 2015, a Câmara Municipal de Vitória, no Estado do Espírito Santo, a pedido do Presidente do Clube dos Trovadores Capixabas, CTC, Clério José Borges de Sant Anna, realizou uma SESSÃO SOLENE comemorativa do Dia Municipal da Trova, (comemorado por Lei em 04 de Outubro dia do Padroeiro dos Trovadores São Francisco de Assis), com as honrosas presenças de figuras destacadas da Cultura Capixaba. De São Paulo compareceu a Presidente Nacional da UBT, Domitilla Borges Domitilla Beltrame a qual na ocasião entregou um Diploma ao Trovador Matusalém Dias de Moura oficializando a Seção de Vitória da União Brasileira de Trovadores. Sob o Slogan A Trova faz Amigos o CTC e a UBT estiveram juntos na comemoração do Dia Municipal da Trova. Mais de mil fotos tiradas por Tomaz Silva dos Santos, Diretor do Clube dos Trovadores Capixabas, CTC, bem como fotos dos que compareceram ao evento, como a Vereadora de Campos, Maria Auxiliadora Freitas, o Vereador Joel Rangel o Vereador José Salotto e os Presidentes da Academia de Vila Velha, Horacio Xavier, da Academia de Letras e Artes da Serra, Suzi Nunes e do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo, Getulio Neves e a Presidente da Academia Feminina espírito-santense de Letras, Professora Ester Abreu. Clério José Borges agradece a todos que compareceram e em especial ao Vereador Namy Chequer III Namy Chequer Perfil II Namy Chequer Do Rio de Janeiro estiveram presente Dalva Meirelles e Ivan e de São Paulo, o Trovador J.B. Xavier. De Campos dos Goytacazes uma Delegação em ônibus especial com a Vereadora Auxiliadora Freitas, Agostinho Rodrigues Agostinho Rodrigues Agostinho Rodrigues e Neiva Fernandes Neiva Fernandes e Luciana Souza Pacheco. Obrigado a todos. Foi um Festão. Depois coloco a lista de todos os homenageados. A TV Frenezzi filmou a solenidade. Tv Frenezzi de Ednei Moura Moura Abraços Clério José Borges.

 

Dia Municipal da Trova em Vitória ES, Clube dos Trovadores Capixabas, UBT União Brasileira de Trovadores. Dia Municipal da Trova. Vitória ES, Dia 04 de Outubro de 2015, Registro de Clério Borges, CTC, UBT Um total de 62 intelectuais brasileiros foram homenageados. Presença de Delegações de São Paulo, da Capital do Rio de Janeiro e de Campos dos Goytacazes. Entrega de prêmios aos vencedores do Concurso de Trovas, com premiados de Pernambuco, Curitiba, Belo Horizonte, Santos São Paulo e de Saitama, no Japão.

 

Confira a relação dos homenageados:

Adonias Baldan

Agostinho Da Conceição Rodrigues Filho

Albércio Nunes Vieira Machado

Aldo José Barroca

Almir Pinto De Azevedo

Ananias Novais

Andra Valladares

Angela Lino De Jesus Veríssimo

Bárbara Péres

Beko Macedo

Berenice De Albuquerque Tavares

Cláudia Madureira Vidal

Clério José Borges De Sant Anna

Cleusa Lourdes Madureira Vidal

Dalva Meirelles

Dinair Surdine

Domitilla Borges Beltrame

Edilson Celestino Ferreira

Edy Soares

Elizete Caser Rocha

Ester Abreu Vieira De Oliveira

Fátima Miguel

Francis Kurkievicz

Geraldo Fernandes

Getulio Marcos Pereira Neves

Herbson Freitas

Hermes Laranja

Hiago Nascimento Silva

Horacio Cesar Xavier Santos (Horacio Xavier)

Ivan Amaral Passos

Ivone Alves Campagnaro

João Roberto Vasco Gonçalves

Jose Fernando Paula Coutinho, O Zé Do Riso

José Maria Barreto

José Xavier Borges Junior

José Saloto Sobrinho

Joel Rangel

Kátia Bóbbio

Léa Lu

Lenaldo Ferreira Da Silva

Luciana Souza Pacheco

Luiz Poeta - Luiz Gilberto De Barros

Magnólia Pedrina Sylvestre

Márcia Couto Zanandrea

Maria Auxiliadora Freitas De Souza

Maria Do Carmo Marino Schneider

Maria Dolores Pimentel De Rezende

Maria Helena Firmo Pagotto

Maria Suzi Da Costa Nunes

Matusalém Dias De Moura

Neiva De Souza Fernandes

Paulo Carneiro

Paulo Roberto Ribeiro Walter De Negreiros

Paulo Stuck Moraes

Rogério De Morais Martins

Sérgio Soares Dutra

Talita Tavares Batista

Valsema Rodrigues Da Costa

Vera Lucia Coser

Washington Luiz Campos Roberto

Zenaide Emília Thomes Borges.

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A UBT no Espírito Santo já foi representada pelos Poetas Matusalém Dias de Moura, Edy Soares e Andra Valadares.

 

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DETALHES SOBRE A DEFINIÇÃO DA TROVA:

 

A Trova possui o seu conceito plenamente estabelecido:

 

_ poema de quatro versos setesilábicos com rima e sentido completo.

 

A Quadra é toda estrofe formada por quatro linhas de uma poesia.

 

Assim, não é verdade:

 

. que Quadra e Trova sejam a mesma coisa;

 

. que a Trova evoca mais os Trovadores da Provença Medieval;

 

. que a Quadra seja uma forma de se fazer poesia mais moderna.

 

A Quadra pode ser feita sem métrica e com versos brancos, sem rima.

 

Aí então será só uma quadra sem ser a Trova, que obrigatoriamente terá que ser metrificada.

 

A Trova deve obedecer as seguintes características:

 

1- Ser uma quadra. Ter quatro versos. Em poesia cada linha é denominada verso.

 

2- Cada verso deve ter sete sílabas poéticas, ou seja: versos em redondilhas maiores, septissílabos. As sílabas são contadas pelo som.

 

3- Ter sentido completo e independente. O autor da Trova deve colocar nos quatro versos toda a sua idéia.

 

A Trova difere dos versos da Literatura de Cordel, onde em quadras ou sextilhas o autor conta uma história que no final soma mais de cem versos.

 

4- Ter rima. A rima poderá ser do primeiro verso com o terceiro e o segundo com o quarto, no esquema ABAB, ou ainda, somente do segundo com o quarto, no esquema ABCB.

 

Existem Trovas também nos esquemas de rimas ABBA e AABB, não muito bem vistas pelos trovadores.

 

DEFINIÇÕES

 

O que é Trova?

 

Desde a Idade Média chamava-se Trova todo o tipo de poema e canção. Trovador era aquele que fazia a Trova, na maioria das vezes acompanhada de um tipo de violão que na época do Trovadorismo era chamado de Alaúde. Nos dias atuais podemos definir a Trova como uma forma de Poesia com regras rígidas. Assim a definição correta é que a Trova é uma composição poética de quatro versos, ou seja, de quatro linhas, com sete sílabas poéticas cada (sílabas contadas pelo som), com rima e sentido completo. A Trova é um poema autônomo de quatro versos em redondilha maior. O Escritor Fernando Pessoa considerava que "a trova é o vaso de flores que o povo põe à janela de sua alma." A Trova pode ser definida também como sendo um poema monostrófico (contém uma estrofe apenas) com quatro versos heptassílabos (redondilha maior), sem título, que se completa em seus quatro versos.

 

A trova também é chamada de "quadra" ou "quadrinha", mas esta sinonímia não é perfeita, uma vez que as regras rígidas da trova não se fazem necessariamente na quadra. Jamais deve-se chamar a Trova de Trovinha pois os Trovadores do Movimento Trovadoresco e do atual Neotrovismo consideram o termo Trovinha pejorativo. Para os cultores a Trova, a confecção de uma Trova é uma obra de arte. Literatura.

 

Poeta Trovador é aquele Poeta que se dedica ao cultivo e a criação da Trova como obra de arte, como Literatura. Todo TROVADOR é um Poeta, mas nem todo Poeta é um Trovador pois nem todo Poeta sabe escansão, sabe contar o verso, sabe metrificação. Em sua forma rígida de ser feita, cada verso deve ter OBRIGATORIAMENTE na Trova, sete sílabas poéticas.

 

• PRIMEIRO EXEMPLO DE TROVA:

 

Oh linda trova perfeita,

 

que nos dá tanto prazer!...

 

- Tão fácil, - depois de feita...

 

tão difícil, de fazer...

 

Trova de Adelmar Tavares, Trovador, da Academia Brasileira de Letras. - Adelmar Tavares (Adelmar Tavares da Silva Cavalcanti), advogado, professor, jurista, magistrado e poeta, nasceu em Recife, PE, em 16 de fevereiro de 1888, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 20 de junho de 1963.

 

• SEGUNDO EXEMPLO DE TROVA:

 

Nesta casa tão singela,

 

Onde mora um Trovador

 

É a mulher quem manda nela

 

Porém nos dois manda o amor.

 

Trova de Clério José Borges, Poeta Trovador Capixaba. Nascido em Vila Velha ES, foi Presidente fundador do CTC, Clube dos Trovadores Capixabas, fundo em 01 de julho de 1980, entidade cultural de divulgação da Trova no Brasil hoje denominada Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores, ACLAPTCTC. Clério pertence a várias Academia de Letras no Brasil e Exterior.

 

O Escritor Jorge Amado em entrevista à Jornalista Maria Thereza Cavalheiro, também Trovadora de São Paulo, diz: "Não pode haver criação literária mais popular, que fale mais diretamente ao coração do povo do que a Trova. É através dela que o povo toma contato com a poesia e sente sua força. Por isso mesmo, a Trova e o Trovador são imortais."

 

SEMINÁRIOS NACIONAIS DA TROVA

 

Tendo sido fundado o Clube dos Trovadores Capixabas, CTC, a 01 de julho de 1980, em 1981, para comemorar o 1º Aniversário do CTC, o Presidente Clério José Borges idealizou os Seminários Nacionais da Trova realizado durante três ou quatro dias de 1981 ao ano 2000. Em 2001, os Seminários passaram a denominação de Congressos Brasileiros de Poetas Trovadores, sendo realizado até os dias atuais.

 

Os Seminários do Espírito Santo (sempre organizados por Clério José Borges), provocaram no Movimento Trovadoresco, ou seja, no Movimento Trovista Nacional uma efervescência de tal ordem que no Terceiro, foi fundada a 2 de julho de 1983, uma Federação Brasileira de Entidades Trovistas, a FEBET presidida por Eno Teodoro Wanke. No Quarto Seminário Nacional da Trova realizado na Prainha, na Cidade de Vila Velha, ES, em 1984, o Escritor Eno Teodoro Wanke propôs e, a proposta foi aprovada pelo Plenário do Seminário por unanimidade, que esta nova fase do Movimento, iniciado com a fundação do CTC em 1° de julho de 1980, passasse a ser denominado de "Neotrovismo".

 

TROVADORISMO MEDIEVAL E TROVISMO BRASILEIRO

 

O Trovadorismo teve suas primeiras manifestações por volta do século XI e XII, em um período da Idade Média em que os países da Europa estavam em formação. O modelo social vigente era o Feudalismo, e a principal força político-religiosa da época era a Igreja Católica. Com uma mistura de poesia e música, o Trovadorismo foi uma importante expressão artística. Marcada como a primeira escola literária da época medieval, esse foi também o primeiro movimento da literatura portuguesa. Portugal estava se estabelecendo como uma nação independente na mesma época e local em que o Trovadorismo surgia, razão pela qual essa foi também a primeira manifestação literária do país. O Trovadorismo em Portugal marca seu início com a obra “A Ribeirinha” de Paio Soares de Taveirós, escrita no final do século XII. Esse movimento influenciou as novas escolas literárias portuguesas e, posteriormente, a literatura brasileira.

 

No Brasil o movimento do Trovadorismo influencia a publicação de pequenos livros de poesias, que eram colocados à venda pendurados em barbante, denominados Cordeis, surgindo a Literatura de Cordel. Influencia também o surgimento de violeiros repentistas, criando cantigas com versos de improviso.

 

Em 1950 o Cirurgião Dentista, Gilson de Castro, conhecido como Luiz Otávio, inicia no Rio de Janeiro uma pesquisa para identificar quem fazia Trovas (poesias de quatro linhas, versos de sete sílabas poéticas, com rima e sentido completo). O resultado da pesquisa é publicado no Livro "Meus Irmãos, os Trovadores", lançado pela Editora Vecchi, em 1956, com 260 páginas, com mais de 2 mil trovas de mais de 600 autores de diversas cidades brasileiras.

 

O primeiro coletor de Trovas Populares em terras capixabas, com registros nos anais da história, foi o primeiro Governador Republicano, Afonso Cláudio de Freitas Rosa, que publicou no Rio de Janeiro, em 1921, o livro “Trovas e Cantares Capixabas”, no qual reuniu 21 Trovas. Eis duas delas:

 

Mandei fazer um barquinho,

 

da casca do camarão,

 

o barco saiu pequeno,

 

só coube meu coração.

 

Você diz que mal de amor,

 

não mata quem está alerta;

 

Pois eu ouvi de um doutor,

 

Que amar é ter cova aberta.

 

Afonso Cláudio nasceu na antiga Província do Espírito Santo, Freguesia da Barra do Mangarai, do Município de Porto Cachoeiro de Santa Leopoldina, na Fazenda de Mangaraí, em 2 de agosto de 1859. Estudou nas Faculdades de Direito de Recife e depois São Paulo. Tomou posse como primeiro Governador do Estado a 20 de novembro de 1889. Publicou vários livros. Faleceu no Rio de Janeiro a 16 de Junho de 1934.

 

O livro “Trovas e Cantares Capixabas” teve a sua primeira edição publicada em 1923. A obra possui Trovas, ditados populares, contos, provérbios, etc. Em 1980 foi publicada uma segunda edição da obra, pelo Instituto Nacional do Folclore.

 

De 1923 a 1956 a Trova Literária, feita por poetas conhecidos, passa a ser bastante divulgada pela Revista “Vida Capichaba”, (com CH grafia da época), que publicava trabalhos de autores Espírito-Santenses, entre eles, Teixeira Leite:

 

Em meus amores diviso

 

um de mais sinceridade:

 

O que nasceu de um sorriso

 

e vive de uma saudade.

 

Manuel Teixeira Leite, nascido em Prado, Bahia a 6 de fevereiro de 1891. Poeta, jornalista e contista. Membro da Academia Espírito-Santense de Letras. Publicou entre outros livros: Fidelis, em 1927; Vitória, 1928 e Serenatas, 1930.

 

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1980 - Clério José Borges foi fundador e Presidente do CLUBE DOS TROVADORES CAPIXABAS – CTC, entidade cultural sem fins lucrativos de divulgação da Poesia e da Trova. Fundado a 1º de julho de 1980, no Espírito Santo o CTC foi uma entidade cultural atuante, tendo realizado de 1981 ao ano 2000, um total de 20 Seminários Nacionais da Trova no Espírito Santo e, depois do ano 2000, um total de mais de 17 Congressos Brasileiros de Poetas Trovadores reunindo Trovadores do Brasil, Portugal e Argentina. A Diretoria do CTC já organizou e realizou Congressos de Trovadores em Salvador, São Paulo, Brasília e em Bonsucesso no Rio de Janeiro e, inclusive na Ilha de Paquetá. O Clube dos Trovadores Capixabas, CTC era uma entidade cultural sem fins lucrativos de divulgação da Trova e da Poesia em Geral. Em Assembleia Geral Extraordinária realizada no sábado, dia 18 de novembro de 2017 o CTC foi extinto e passou a ter uma nova denominação. Passou a ser a ACLAPTCTC, Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores.

 

2017 - 18 de novembro. Na data de sua fundação a ACLAPTCTC elegeu a sua Diretoria composta das seguintes Personalidades Culturais: Presidente da Diretoria Executiva: Clério José Borges de Sant Anna. Vice-Presidente da Diretoria Executiva: Kátia Maria Bobbio Lima. Secretário Geral da Diretoria Executiva: João Roberto Vasco Gonçalves. 1º Secretário da Diretoria Executiva: Soêmia Pimentel Cypreste. Tesoureiro Geral da Diretoria Executiva: Clérigthom Thomes Borges. Conselho Fiscal. Conselheiro Fiscal Titular Presidente: Edilson Celestino Ferreira. Conselheiro Fiscal Titular Vice-Presidente: Andréia da Silva Fraga; Conselheiro Fiscal Titular Secretário: Albércio Nunes Vieira Machado. Conselheiro Fiscal Suplente: Emílio Soares da Costa. Conforme o artigo 19 do Estatuto, o mandato da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal é de cinco anos, de 18 de novembro de 2017 a 18 de Novembro de 2022, período em que atuarão administrativamente, sem Remuneração.

 

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HISTÓRIA DO ANTIGO CTC: O CTC foi fundado por Clério José Borges, Trovador Capixaba, com base numa ideia do escritor Eno Theodoro Wanke, a 1º de julho de 1980, na cidade de Vila Velha, Estado do Espírito Santo. Para comemorar o aniversário do CTC, foram organizados anualmente os SEMINÁRIOS NACIONAIS DA TROVA.

 

O Movimento Trovista, que havia sido expressivo no Espírito Santo de 1967 a 1970, voltou a ser reativado no Espírito Santo em 1980. O Movimento Trovista voltou a ser reativado no Espírito Santo em 1980.

 

Clério José Borges era estudante Universitário do Curso de Pedagogia na Universidade Federal do Estado do Espírito Santo - UFES. Coube-lhe fazer um trabalho sobre Trovadorismo Medieval. O Trabalho era em grupo, como tema, "A Educação Secular na Idade Média", para a disciplina História da Educação I, tendo como Professora Regina da Silva Simões, Turma 01. Foi apresentado em Sala de Aula no dia 21 de maio de 1980 e participaram da equipe, os Universitários, Ana Maria Rocha, Cleuza Arlém, Clério José Borges de Sant Anna, Elisa Oliveira, Hilda Chagas, Jurandi Francisco de Souza, Maria Tereza Bragatto e Solange Maria Ribeiro.

 

Hilda falou sobre A Educação na Idade Média; Ana sobre A Nobreza e a Educação dos Cavaleiros, Clério, Os Trovadores e os Jogos Florais; Jurandir abordou o tema, Ressonância da Cavalaria; Cleuza falou sobre as Classes Trabalhadoras e o Nascimento das Escolas Municipais; Solange abordou o tema, Contraste com a Educação Rural e Elisa abordou o tema, As Classes Trabalhadoras e a Educação Gremial na Idade Média.

 

Para fazer seu trabalho e desenvolver o tema que lhe foi proposto sobre os Trovadores e os Jogos Florais, Clério recorreu a Biblioteca da Universidade do Espírito Santo e topou, por acaso, com o livro "O Trovismo". Resolveu consultá-lo e observando que Eno Teodoro Wanke havia omitido as promoções da UBT de Vitória e Vila Velha, inclusive o Concurso de Trovas tema Pelé, realizados na década de 70, quando inclusive Clério foi Presidente da UBT de Vitória e Vila Velha, escreveu para o autor do livro ocasião em que lhe pergunta como fazer para renovar o Trovismo localmente. Wanke desculpou-se da omissão, pois, em suas pesquisas, não tinha podido contar com os dados finais da UBT do Rio de Janeiro, já que a UBT o considerava, por motivos de ter se desentendido com Luiz Otávio, como persona non grata.

 

No entanto, é preciso reconhecer que é a obra de Eno Teodoro Wanke -- e só ela, já que até o momento ainda não apareceu nada tão profundo e detalhado como ela sobre o Trovismo -- que preservará para o futuro toda a história do trabalho de Luiz Otávio. Paulo Rónai chamou Wanke o “historiador e o teórico” do movimento. São coisas da literatura pátria... Quanto à indagação de Clério, e tendo em mente o então Clube dos Trovadores do Vale do Paraíba, sob a presidência de Francisco Fortes, respondeu: “Funde um Clube!”.

 

Foi o que Clério fez, fundando a 1º de julho de 1980 o Clube dos Trovadores Capixabas (CTC). Para fundar a entidade, Clério não se fez de rogado. Convidou dois primos que apreciam poesias e entre um bate-papo e outro, fundou o CTC, organizando na hora um Estatuto e formando uma Diretoria. Clério Presidente; Luiz Carlos Braga Ribeiro como Secretário e José Borges Ribeiro Filho como Tesoureiro.

 

De imediato Clério teve a feliz iniciativa de lançar um Concurso a nível Nacional lançando o Concurso com os temas, Vitória, Anchieta e Capixaba. O Concurso foi então divulgado em vários Jornais do Brasil e diversos Trovadores do Espírito Santo e do Brasil foram participando do Concurso e, se filiando ao Clube. Segundo Eno Teodoro Wanke em publicação sobre a fundação do CTC, parece, contudo, que o grande segredo do sucesso do CTC foi a constância. Clério mantinha uma constância, remetendo regulamento do Concurso para todos os endereços de Trovadores aos quais tinha acesso. Mandando Cartas e espalhando o nome do CTC no Brasil e Exterior.

 

Com a divulgação na Imprensa Nacional do Concurso temas Vitória, Anchieta e Capixaba, Trovadores do Espírito Santo e do Brasil foram se filiando ao Clube. Logo uma nova Diretoria foi formada criando-se e preenchendo-se novos cargos.

 

Logo foi criado um Jornal Mimeografado denominado Beija Flor, divulgando Trovas e Trovadores do Espírito Santo e do Brasil. São feitos inicialmente trezentos exemplares, remetidos pelo Correios para trovadores, cujos endereços eram fornecidos por Eno Teodoro Wanke e recolhidos por Clério, de livros, principalmente os livros de Antologia feitos por Aparício Fernandes de Oliveira que sempre traziam uma bibliografia dos Trovadores, com endereço no final.

 

O imediato lançamento de um Concurso de Trovas a nível Nacional com os Temas Vitória, Anchieta, Capixaba, parece também ter sido a razão maior da divulgação e do sucesso do Clube dos Trovadores Capixabas. Segundo o Jornal “O Nacional”, de Passo Fundo - RS, de 30 de julho de 1980:

 

“O Concurso receberá Trovas até 15 de setembro de 1980 e o primeiro colocado receberá uma Rosa de Prata. ”

 

Outros Jornais no Brasil e Exterior divulgam o Concurso e o CTC e o resultado passa a ser o recebimento de inúmeras Trovas, mais de mil, e de autoria de centenas de Trovadores e várias cartas de Trovadores Brasileiros associando-se ao CTC.

PRIMEIRO CONCURSO DE TROVAS

 

O primeiro Concurso de Trovas do CTC teve o seguinte resultado.

 

TEMA VITÓRIA: 1º Lugar: Carolina Ramos, Santos, SP. Sempre amiga e hospitaleira. / Se quem vem não quer deixar-te / Vitória tu vais inteira / No coração de quem parte.

 

2º Lugar: Aristheu Bulhões, Santos, SP. Pelo mar, sempre beijada, / Vitória, bela e feliz, / É linda jóia engastada / No mapa deste país.

 

3º Lugar: José Valeriano Rodrigues, Belo Horizonte, MG. Quando Vitória está calma, / É a noite é plena de lua, / A gente sente sua alma / Na alma da gente da rua.

 

TEMA ANCHIETA: 1º Lugar: Rangel Coelho, Rio de Janeiro. Anchieta, pelo que diz / Seu evangelho de luz, / Foi o Francisco de Assis / Das Terras de Santa Cruz.

 

2º Lugar: Aloísio Bezerra, Ceará. / Lá no céu muito chorou / Anchieta, e tem chorado, / Que o índio, a quem tanto amou, / No Brasil, só tem penado.

 

3º Lugar: Vicente Nolasco Costa, Vila Velha, ES. Vitória, dos meus encantos, / Coração do meu planeta, / Venero, dentre teus santos, / O grande santo Anchieta.

 

TEMA: CAPIXABA: 1º Lugar: Zé de Ávila, Barretos, São Paulo. Na casa de um Capixaba / Se a gente chega com pressa, / A pressa logo se acaba / Quando a conversa começa.

 

2º Lugar: João Figueiredo, Rio de Janeiro. Festa no Espírito Santo... / Quem for mineiro não vai... / - Você aí nesse canto... / - Eu sou Capixaba... uai.

 

3º Lugar: Izo Goldman, São Paulo. O Capixaba garante / Que sua terra é um encanto: / - “Espírito tem bastante... / O que falta mesmo é... Santo...”

 

Após o Concurso, Clério recebe várias cartas de Trovadores Brasileiros associando-se ao CTC, tanto que em 1981, um ano após a sua fundação o CTC já possuía mais de 500 sócios no Espírito Santo e no Brasil. Entrevistas são concedidas para diversas emissoras de rádio e Televisão e o CTC amplia seus horizontes com mais adeptos e admiradores.

 

DIA ESTADUAL DO POETA TROVADOR E DIA MUNICIPAL DA TROVA

 

O CTC considera o dia 4 de outubro como o dia da Trova. Em Vitória, Capital do Estado do Espírito Santo e no município da Serra, o Dia 4 de Outubro é, por Lei aprovada pela Câmara Municipal de Vereadores, o Dia Municipal da Trova. Em Vitória a Lei foi uma iniciativa da Vereador Etta de Assis e na Serra foi uma iniciativa do então Vereador João de Deus Corrêa, o Tio João. A UBT (União Brasileira de Trovadores), considera o dia de nascimento do Trovador Luiz Otávio, (Gilson de Castro), 18 de julho, como o Dia do Trovador.

 

A data de fundação do CTC a 1º de julho é o Dia do Poeta Trovador no Município de Vila Velha, Lei N.º 5732 de 11 de abril de 2016, de autoria do Vereador Joel Rangel. Art. 1º Fica instituído no âmbito do Município de Vila Velha o “DIA DO POETA TROVADOR”, a ser comemorado anualmente no dia 01 de julho. Art. 2º O Dia do Poeta Trovador será comemorado com a realização de atividades dirigidas por membros do Clube dos Trovadores Capixabas que demonstrem a importância da cultura na construção da sociedade.

 

No Espírito Santo através de Lei Estadual de autoria do então Deputado Arabelo do Rosário, o Dia Estadual do Poeta Trovador é comemorado 8 de Junho de cada ano pela Resolução N.º 1.655, de 07 de junho de 1993: Art. 1º A Assembleia Legislativa dedicará o período do Grande Expediente da Sessão Ordinária do dia 08 de junho de cada ano, à comemoração do “Dia Estadual do Poeta Trovador”. Parágrafo Único. A comemoração a que se refere este artigo realizar-se-á no primeiro dia útil subsequente ao dia 8 de junho, quando a data recair em sábado, domingo ou feriado. A data é uma homenagem a São José de Anchieta, considerado o primeiro Poeta Trovador do Brasil e, em terras Capixabas. No dia seguinte, em 9 de junho é celebrada a morte do jesuíta que se tornou mártir e santo pela Igreja Católica.

 

 

 

CONCURSO INTERNOS DO CTC

 

1980 - Uma outra característica marcante do Clube dos Trovadores Capixabas no ano de sua fundação, foi a realização quase que permanente de concursos internos de trovas. Estes se elevaram a dois no primeiro ano de existência do CTC. O primeiro desses concursos foi realizado em novembro de 1980, obedecendo ao tema GASOLINA, para trovas humorísticas. Foram recebidas 54 trovas e o resultado oficial foi este: 1º lugar - BEATRIZ ABAURE: Num posto de álcool na esquina, / diz um bêbado que passa: / - Isto que é gasolina! / - Tem cheiro até de cachaça. - 2º Lugar - VICENTE NOLASCO COSTA: Sobe o gás e sobe o óleo, / gasolina é todo dia. / Quanto mais sobe o petróleo / mais aumenta a mordomia. - 3º Lugar - JOÃO FIGUEIREDO: O preço da gasolina / Vai subir mais (e não bufe!) / até que jorre da mina / o petróleo do Maluf... - 4º lugar - ALYDIO C. DA SILVA: Na crise da gasolina, / tive um lampejo de estalo: / Deixo o carro na oficina / e vou andar a cavalo. - 5º Lugar - VICENTE NOLASCO COSTA: Vou vender tudo que pego. / Vou trocar rádio e buzina, / ou botar tudo no prego / ou ficar sem gasolina. - Receberam menções honrosas as seguintes trovas: MENÇÃO HONROSA – Valsema Rodrigues da Costa: Vamos cavar gente fina, / tentar óleo encontrar. / Pois carro sem gasolina, / "alcoólatra”... vai ficar. MENÇÃO HONROSA – Vicente Nolasco Costa: Hoje dei em pagamento / um tanque de gasolina / por um lindo apartamento / com garage e com piscina. – MENÇÃO HONROSA – Zedânove Tavares Sucupira: Derivado do petróleo / que o capixaba assim glosa: / - Sendo "óleo", contém álcool, / sendo líquida é "gasosa".

 

Este concurso contou com o valioso apoio do CORREIO POPULAR, de Cariacica, onde na época era editada uma coluna dedicada à trova, sob responsabilidade de Clério José Borges.

 

O II Concurso Interno do CTC teve NATAL como terna, e foi realizado em dezembro de 1980. O vencedor desse concurso foi o Trovador João Figueiredo, residente no Rio de Janeiro e pai da Trovadora Beatriz Abaurre, com esta trova: Nascer, morrer! Coisas certas. / Que no Natal vêm à luz: / Os Magos levando ofertas / E Cristo levando a Cruz.

 

Em 1981 Clério teve a ideia de comemorar o aniversário do CTC, anualmente com um Seminário da Trova, sendo realizados 20 Seminários até o ano Dois Mil quando os Seminários passaram a ser os Congressos Brasileiros de Poetas Trovadores. Para o primeiro aniversário do CTC, a 1º de julho de 1981 foram convidados diversos Trovadores do Brasil inteiro, inclusive J. G. de Araújo Jorge, então Deputado Federal em Brasília, que não pode comparecer, pois não gostava de viajar de avião.

 

Compareceram de fora uma Delegação de Campos (Walter Siqueira, Alves Rangel e Constantino Gonçalves), J. Silva (da UBT Nacional), Rodolfo Coelho Cavalcante, de Salvador e Eno Teodoro Wanke, que compareceu com a esposa Sra. Irma, à sessão de encerramento. Na ocasião, Wanke fez uma palestra onde, em certa frase, dizia estar a UBT "encastelada em sua Torre de Marfim". O Sr. J. Silva reclamou e a discussão se acirrou, com intervenções de Andrade Sucupira e outros. O Seminário teve grande repercussão. Rodolfo e o casal Wanke ficaram hospedados em casa da Trovadora Argentina Lopes Tristão e Eno aproveitou para gravar informações destinadas a completar a biografia de Rodolfo, que posteriormente lançaria num livro denominado “Vida e Luta do Trovador Rodolfo Coelho Cavalcante.”

 

 

 

 

 

 

Rodolfo decidiu fundar o Clube Baiano de Trova, tão logo chegasse a Salvador, o que efetivamente fez. No ano seguinte, o CTC promoveu o Segundo Seminário e o comparecimento foi mais significativo ainda, com as seguintes Delegações: Recife: Valdeci Camelo, Presidente da UBT de Recife, Diva Veloso e J. Cabral Sobrinho, de Olinda. Salvador: Rodolfo Coelho Cavalcante e dois cordelistas; Niterói: o casal Torquata e Américo Lopes Fontoura, da UBT e da Academia Brasileira de Trova e Jandyra Mascarenhas, (da UBT do Rio). Rio de Janeiro: Eno Teodoro Wanke e esposa Irma. (Eno Teodoro Wanke jamais faltou a nenhum dos Seminários do CTC até o ano 1999.) Ponta Grossa: Amália Max, Presidente da UBT local. Argentina: Jorge Piñero Marques

 

Os Seminários do Espírito Santo (sempre organizados por Clério José Borges), provocam no Movimento Trovista Nacional uma efervescência de tal ordem que no Terceiro, foi fundada a 2 de julho de 1983, uma Federação Brasileira de Entidades Trovistas, a FEBET presidida por Eno Teodoro Wanke.

 

No Quarto Seminário, Eno Teodoro Wanke propôs que esta nova fase do Movimento, iniciado com a fundação do CTC em 1º de julho de 1980, passasse a ser denominado de "Neotrovismo". Ou seja, era o mesmo Trovismo renovado por uma nova geração de Trovadores. Os Seminários passaram a ser realizados anualmente, sempre em comemoração ao Aniversário do CTC, na primeira Semana de Julho. Até o Décimo foi realizado em Vitória, Vila Velha, Cariacica e Serra, na Grande Vitória. O Décimo Seminário foi realizado dentro do Palácio do Governo do Estado do Espírito Santo, o Palácio Anchieta, em Vitória, cedido pelo Governador Max Freitas Mauro, que estivera presente em 1981, no primeiro Aniversário do CTC comemorado em Vila Velha.

 

A partir do Décimo, os Seminários passaram a serem realizados nas cidades do interior do Estado do Espírito Santo. O Décimo Primeiro foi realizado na cidade de Ibiraçu. O Décimo Segundo em Afonso Cláudio. O Décimo Terceiro em Guarapari. O Décimo Quarto Seminário foi realizado em Linhares. O Décimo Quinto em Domingos Martins. O Décimo Sexto em Jacaraípe, Serra. O Décimo Sete em Conceição da Barra. O Décimo Oitavo em Linhares. O 19º em Anchieta e o 20º, novamente em Domingos Martins, ocasião em que os Seminários passaram a denominação de Congressos Brasileiros de Poetas Trovadores realizados em várias cidades e sem uma regularidade definida.

 

Um total de 18 Congressos Brasileiros de Poetas Trovadores já foram realizados reunindo Trovadores do Brasil, Portugal e Argentina. A Diretoria do CTC já organizou e realizou Congressos de Trovadores em Salvador, São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. Clério José Borges além de já ter concedido entrevistas em programas de televisão no Rio de Janeiro e São Paulo (Programa SEM CENSURA, no Rio de Janeiro e na TV Bandeirante em São Paulo), já proferiu PALESTRAS sobre A TROVA e o NEOTROVISMO em Congressos e Encontros de Escritores e Poetas realizados em várias partes do Brasil,

 

Em Assembleia Geral Extraordinária realizada no sábado, dia 18 de novembro de 2017 o CTC passou a ter uma nova denominação. O CTC foi extinto surgindo então a ACLAPTCTC, Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores.

 

Em 2016 o Congresso foi em Guarapari. Em 2017 em Castelo. Em 2018 em julho foi na Cidade de Iúna e novembro, na cidade de Santa Teresa. Em 2019 em julho o Congresso foi na Cidade de Anchieta e em novembro novamente na Cidade de Iúna. Em 2020 nenhum evento foi realizado por causa da Pandemia do vírus Chinês da Covid 19 e, em 2021, o XVIII Congresso foi programado para julho no balneário de Jacaraípe, Serra, ES.

Clério José Borges
Enviado por Clério José Borges em 19/01/2026
Alterado em 19/01/2026
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