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Escritor e Historiador Clério José Borges
Comendador, Poeta Trovador Capixaba. Figura proeminente na cena cultural do Espírito Santo.
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Agatha Christie: ROMANCE DA RAINHA DO CRIME É SUCESSO EM MINISSÉRIE DA NETFLIX. Cinema - Coluna Crítica: Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries 04: Críticas e comentários de Clério José Borges.

Cinema - Coluna Crítica: Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries 04:

 

ROMANCE DA RAINHA DO CRIME É SUCESSO EM MINISSÉRIE DA NETFLIX

 

Pesquisa, análise e autoria do Texto: Clério José Borges.

 

A Netflix apresenta a seu público assinante a minissérie Os Sete Relógios de Agatha Christie, uma adaptação do romance The Seven Dials Mystery, livro publicado em 1929 pela escritora Agatha Christie, conhecida como a Rainha do Crime, já que consegue transformar os seus romances em narrativas construídas a partir de uma investigação.

Uma minissérie curta e viciante, com apenas três episódios, mostrando um crime aparentemente simples envolvendo interesses políticos e disputa por poder, de forma que o leitor é levado a um desfecho completamente diferente de uma percepção que tivesse no início do primeiro episódio, aliás fato bem típico dos romances da Senhora Agatha Christie. A produção ambientada em 1929, cumpre bem o objetivo de prender a atenção. A série já está entre os conteúdos mais vistos da plataforma de streaming.

 

A trama começa longe do cenário tradicional inglês, desta vez na Espanha dos anos 1920, com a cidade de Málaga servindo de pano de fundo para os primeiros acontecimentos. Ruas históricas, a famosa ponte e até a praça de touros aparecem em cena antes da história cruzar fronteiras e se estabelecer no interior da Inglaterra. É lá que surge a imponente propriedade conhecida como Chimneys, onde o mistério realmente ganha corpo com a protagonista Mia McKenna-Bruce interpreta a Lady Eileen “Bundle” Brent, uma jovem da alta sociedade britânica que está prestes a ser pedida em casamento por Gerry Wade (Corey Mylchreest), um charmoso rapaz.

Durante uma temporada na mansão Chimneys, um grupo de jovens decidem dar uma lição no jovem Gerry Wade. Eles adquirem oito despertadores e os posicionam em seu quarto, para que finalmente acorde na hora, para tocar e ele não se atrasar. A brincadeira toma um rumo inesperado quando Wade é encontrado morto em sua cama, vítima de uma aparente overdose. No local apenas sete dos oito relógios são encontrados e uma carta deixada por Wade para sua meia-irmã sugere uma possível pista, envolvendo uma sociedade secreta. Inicialmente a suspeita recai sobre um possível suicídio, reforçada pela presença de um frasco de sedativos vazio ao lado da cama da vítima.

 

A história se baseia em torno da morte de Gerry Wade e da saga da jovem Bundle, que decide investigar a morte misteriosa de seu noivo, com a ajuda de amigos e auxílio do policial superintendente Battle. Eileen “Bundle” Brent (Mia McKenna-Bruce) se recusa a aceitar a tese de que seu pretendente tirou a própria vida e decide investigar o que ela acredita ser um assassinato sendo o principal mistério, os sete despertadores perfeitamente alinhados em cima de uma cômoda no quarto onde seu amado morreu.

Em sua investigação percebe que o motivo por trás das mortes é a venda de uma fórmula do Dr. Matip (Nyasha Hatendi), um cientista que cria a fórmula para desenvolver um metal indestrutível que ele coloca em um relógio de bolso, um material de alto valor em meio às guerras daquele contexto temporal. Uma invenção que pode proteger ou destruir a Inglaterra em um cenário pós-guerra, dependendo de quem adquiri-la. A reviravolta, no entanto, é daquelas inimagináveis com o desaparecimento da invenção criada pelo Dr. Matip, conectando o assassinato a um roubo planejado. Lady Caterham, mãe de Bundle, aparece no final envolvida na trama alegando problemas financeiros e seu sofrimento pela perda do marido e do filho durante a guerra, alegando ter sido abandonada pelo próprio governo.

 

Após as prisões, Bundle é levada para um encontro com o verdadeiro grupo Sete Relógios. O líder da organização se revela como o Superintendente Battle, que explica que o grupo não é uma sociedade criminosa, mas uma aliança informal criada para proteger o país em tempos instáveis. Os membros da sociedade secreta Sete Relógios se revelam um grupo dedicado a proteger o mundo de ameaças estratégicas. Battle revela que o pai de Bundle fazia parte dos Sete Relógios e morreu durante uma missão da organização. No encerramento, reconhecendo as habilidades demonstradas por ela ao longo da investigação, o grupo oferece que Bundle ocupe o lugar deixado pelo pai deixando no espectador aquela sensação de que a minissérie poderá ter em breve uma continuação.

 

Ao publicar o livro em 1929, a escritora Agatha Christie não apresentou nenhuma continuação literária. O romance, no entanto, trouxe alguns personagens de outra obra: Bundle Brent, Lord Caterham, Bill Eversleigh, George Lomax e Tredwell, estão presentes em outro livro, O Segredo de Chimneys, publicado quatro anos antes.

Na minissérie Os Sete Relógios de Agatha Christie, o elenco reúne nomes de peso da dramaturgia britânica, como Martin Freeman, no papel do experiente Superintendente Battle, e Helena Bonham Carter, que adiciona densidade dramática e presença marcante à narrativa. O elenco ainda conta com atores como Iain Glen, Edward Bluemel, Corey Mylchreest e Nabhaan Rizwan, formando um conjunto sólido e coerente com o clima de época. O meu destaque, contudo, vai para a atuação do veterano Martin Freeman. Uma performance amplamente elogiada como um dos pontos altos da produção, mesmo em meio as críticas sobre a lentidão do roteiro. Freeman interpreta o policial, Superintendente Battle, e sua performance foi avaliada pela sua presença e seu carisma com charme, sobriedade e ironia, formando uma dupla com a protagonista vivida por Mia McKenna-Bruce, conferindo credibilidade à narrativa, ajudando a sustentar o interesse do espectador. Freeman é descrito como um ator que "rouba a cena" e conduz a história com elegância.

 

Mia McKenna-Bruce (Lady Eileen "Bundle" Brent) ´recebe elogios por parte da maioria dos críticos pela forma "vibrante" e "cheia de atitude" pela qual atua, todavia eu Clério José Borges esperava mais da atuação dela que achei muito simples e sem o vigor, sem a força interpretativa que seu personagem mereceria. Uma atuação "insossa" ou, como diria minha saudosa mãe “sem sal”. Outra personagem Helena Bonham Carter (Lady Caterham) foi elogiada por sua atuação descrita como "sempre brilhante" adicionando densidade dramática e presença marcante à narrativa, sendo prejudicada por um roteiro com momentos tediosos e lentos, que prejudicaram o trabalho dos atores.

 

A adaptação, ou seja, o roteiro foi escrito por Chris Chibnall, conhecido por seu trabalho em histórias de investigação e tensão psicológica, o que se reflete na forma como o mistério é construído: menos ação explícita e mais atenção a diálogos, comportamentos suspeitos e detalhes aparentemente banais. Assim eu Clério José Borges considero que os três episódios sem intensidade de ações, onde não há conflitos ou produção intensa, surgem momentos lentos e tediosos. Como exemplo cito alguns momentos em que a personagem Bundle aparece dirigindo o carro em alta velocidade. Espera-se ação intensa, empolgação e vigor nas cenas, mas no final nada de anormal acontece. O roteiro não faz jus a magnífica obra de suspense de Agatha Christie.

 

O diretor da minissérie é Chris Sweeney, conhecido por trabalhos como The Tourist e Back to Life. Seu estilo é contido, mostrando enquadramentos elegantes e um ritmo de cenas de forma bem cadenciado. Observa-se que direção optou por uma narrativa rápida e investigativa, focando em mover a trama rapidamente, orquestrando o elenco para um bom funcionamento da trama, destacando a protagonista Mia McKenna-Bruce (como Bundle Brent). A condução de Sweeney buscou manter o mistério clássico "quem matou", convidando o espectador a investigar junto com a protagonista. Observa-se ainda na direção o trabalho de concisão, com o desafio de adaptar um romance de 1929 para um formato moderno, entregando um trabalho considerado satisfatório dentro do tempo reduzido de apenas três episódios, contudo vale a observação de que a rapidez da direção em três episódios foi prejudicada. O Diretor poderia ter aprofundado mais a ação, a análise e os aspectos motivacionais dos personagens.

 

Vale destacar o esmero na reconstrução histórica e os figurinos, a cenografia e as locações britânicas que ajudam a transportar o espectador para o período entre guerras. A fotografia utiliza tons mais sóbrios e a iluminação é bem controlada com o objetivo de sustentar a sensação constante de mistério. A trilha sonora, discreta e atmosférica, funciona como apoio emocional, sem jamais se impor sobre a narrativa.

A minissérie não tenta reinventar Agatha Christie, mas atualiza sua obra com linguagem audiovisual moderna, mantendo intacta a essência: a certeza de que, por trás de ambientes refinados e boas maneiras, sempre existe algo fora de hora — como um relógio prestes a tocar no momento errado.

 

Agatha Mary Clarissa Miller nasceu em Torquay, no Condado de Devonshire, Grã-Bretanha, em 15 de setembro de 1890, filha do americano Frederick Miller e da inglesa Clara. De origem abastada, Agatha inicia seus estudos na residência da família com professores particulares, nos quais aprende canto e piano. Sua principal distração é a redação de contos e poemas.

 

Conhecida como a "Rainha do Crime". Ela é a romancista mais vendida da história, com estimativas de 2 a 4 bilhões de exemplares comercializados mundialmente, marca superada apenas pela Bíblia e pelas obras de William Shakespeare. Seus livros possuem finais surpreendentes onde o culpado é geralmente a pessoa menos óbvia. Criou detetives famosos como o meticuloso belga Hercule Poirot (protagonista de 33 romances) e a sagaz idosa Miss Marple. O livro mais vendido de Agatha Christie é “E Não Sobrou Nenhum” (publicado originalmente como Ten Little Niggers e anteriormente no Brasil como O Caso dos Dez Negrinhos), lançado em 1939. Com mais de 100 milhões de cópias comercializadas mundialmente, é considerado um dos livros mais vendidos de todos os tempos e a maior obra de romance policial da autora. Escreveu ainda A Ratoeira (The Mousetrap), a peça teatral com a maior temporada contínua da história do teatro mundial. Durante a Primeira Guerra Mundial, trabalhou como enfermeira e assistente farmacêutica. Foi nesse período que aprendeu sobre venenos, um elemento central em muitos de seus crimes literários. Agatha Christie faleceu em 12 de janeiro de 1976, aos 85 anos, deixando um legado de 66 romances policiais e diversas coletâneas de contos.

 

Minissérie "Os Sete Relógios" (título original: Agatha Christie's Seven Dials), baseada na obra de Agatha Christie, estreou no Brasil (e mundialmente) na Netflix no dia 15 de janeiro de 2026.

Plataforma: Netflix.

Formato: Minissérie de 3 episódios.

 

A produção é uma parceria entre a Netflix e a Agatha Christie Limited, garantindo cuidado especial com a fidelidade ao universo da autora.

 

Elenco Principal: Mia McKenna-Bruce, Helena Bonham Carter e Martin Freeman.

 

Sinopse: Ambientada nos anos 1920, a trama acompanha Lady Eileen “Bundle” Brent investigando um assassinato em uma casa de campo. Com 3 episódios de duração média próxima a 50 minutos, a minissérie se encaixa no gênero mistério e drama policial, sendo indicada para quem aprecia histórias de investigação clássica, onde o suspense nasce da observação e da dedução.

 

Os três episódios foram assistidos por Clério José Borges, na noite do dia 24 e na madrugada de 25/01/2026

 

AVALIAÇÃO – Nota de 0 a 10. Minha nota 06 (Seis).

Justificando a nota SEIS. Ritmo lento e momentos não tão impactantes. A cena no trem, quando os personagens estão armados e um dos amigos de Bundle Brent se apresenta como traidor poderia ser mais vibrante. Bundle é uma protagonista corajosa e destemida. Se a cena focasse mais na sua indignação por ter sido traída por uma pessoa de sua confiança e, se o Diretor procurasse usar a sua rapidez de raciocínio para desarmar a situação (verbal ou fisicamente), o momento ganharia o fôlego mais intenso dando mais qualidade a obra cinematográfica.

 

Clério José Borges

Em 25 de Janeiro de 2026

 

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OBSERVAÇÃO

 

A Coluna Jornalística, Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries foi criada pelo Escritor Capixaba Clério José Borges na madrugada do dia 10 de Janeiro de 2026 quando resolveu tecer algumas avaliações sobre Filmes e Séries que tem assistido nos últimos anos nos canais de serviços de streaming ou plataformas de streaming como Netflix, Amazon Prime Video, Disney+, Max e outras que oferecem acesso a um vasto catálogo de conteúdo de vídeo (filmes, séries, documentários, etc.) que pode ser assistido a qualquer momento, em diversos dispositivos conectados à internet.

 

Dois motivos levaram a tecer tais comentários:

 

         1) - Com os comentários consigo registrar e relacionar todos os Filmes e Séries assistidas, procurando valorizar o trabalho da Direção e dos atores.

 

         2) - Lembrar os tempos antigos em que militei na Imprensa Capixaba, como Crítico de Cinema, trabalhando na Redação com ídolos do Jornalismo Capixaba, como por exemplo, CBR - Cláudio Bueno Rocha e Vinícius Paulo Seixas no Jornal A Tribuna de Vitória, Capital do Estado do Espírito Santo.

 

          Em definitivo o título da coluna ficou:

 

          Cinema - Coluna Crítica: Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries.

(O adocicado do mel misturado a uma gostosa pipoca para degustar, enquanto se assiste um filme ou uma série).

 

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        CLÉRIO BORGES, JORNALISTA PROFISSIONAL, COM CARTEIRA ASSINADA E CRÍTICO DE CINEMA.

 

 

 

         Clério José Borges trabalhou no jornal A Tribuna, em Vitória (ES), no período de 1969 a 1972. Durante esses anos, ele percorreu diversas etapas da carreira jornalística:

 

          Começou como foca (Estagiário), em 1969. Foi promovido depois a Repórter e Redator.

 

          Atuou em diversas editorias, desde Editoria Geral até a Editoria Política até encontrar sua real vocação. Ser um Crítico de Cinema, especializando-se como comentarista e crítico de filmes.

 

          Foi promovido a Chefe de Reportagem, cargo máximo que alcançou antes de encerrar seu ciclo no jornal A TRIBUNA. Trabalhou também, durante algum tempo no jornal O Diário, de Vitória, ES. O Jornal está atualmente extinto. Após breve período no “Diário” da Rua Sete, como era chamado o Jornal, passou a ministrar vários Cursos de Iniciação ao Jornalismo e Comunicação Social em várias cidades do Espírito Santo e de Minas Gerais, orientando durante um período de aproximadamente dois anos, mais de Dez mil alunos. Em seguida fez Concurso Público, ingressando no Serviço Público Estadual na área de Segurança Pública, trabalhando durante 35 anos como Escrivão da Polícia Civil, (atualmente o Cargo é Oficial de Polícia Civil) período em que recebeu as Medalhas de Bronze, Prata e Ouro por serviços prestados a Comunidade Capixaba. Como Escrivão realizando a oitiva das pessoas, conseguiu subsídios para a publicação de um Livro denominado de "Dicionário Regional de Gírias e Jargões da Malandragem" cujo lançamento oficial no dia 19 de abril de 2012, no Estado do Espírito Santo, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura do Município de Serra, ES, a Lei Chico Prego.

 

          Além de seu trabalho com Carteira Profissional assinada, no Jornal A Tribuna, de Vitória, ES, Clério José Borges foi correspondente da "Revista Intervalo" na mesma época, onde ganhou destaque por cobrir o episódio em que o cantor Tony Tornado saltou sobre a plateia no Festival de Verão de Guarapari, em 1971. A Revista Intervalo (1963–1972) foi a primeira grande publicação impressa brasileira dedicada exclusivamente ao universo da televisão. Lançada pela Editora Abril, trazia programação de TV, notícias sobre celebridades, bastidores das emissoras, fotonovelas e cartazes, consolidando-se como um guia essencial para o telespectador nos anos 1960.

 

 

 

BIOGRAFIA RESUMIDA:

 

          Clério José Borges é Escritor, Historiador, Poeta, Comendador e Trovador Capixaba. Nasceu em Vila Velha, Espírito Santo. Fundou e preside desde 1º de julho de 1980 o Clube dos Trovadores Capixabas CTC, que no dia 18 de novembro de 2017 transformou-se na Academia ACLAPTCTC, Academia de Letras e Artes de Poetas Trovadores. Foi fundador e primeiro Presidente da Academia de Letras e Artes da Serra, de sigla ALEAS. É morador do Município da Serra, ES, desde 1979 e Cidadão Serrano desde 26 de dezembro de 1994. Foi Jornalista dos Jornais A TRIBUNA e O DIÁRIO, de Vitória, ES, onde atuou de Foca a Chefe de Reportagem se especializando como comentarista e crítico de Filmes. Foi Conselheiro Titular do Conselho Estadual de Cultura do Espírito Santo, de 1989 a 1993 e Conselheiro Suplente e Colaborador de 1993 ao ano 2002. Conselheiro Titular da Câmara de Literatura do Conselho Municipal de Cultura da Serra, de 24/09/1997 a 20/07/2012, ou seja, durante o período de 14 anos, 09 meses e vinte dias. É Senador da Cultura, título recebido pela Sociedade de Cultura Latina do Brasil e, é Mestre da Cultura Capixaba. Possui pouco mais de quinze livros publicados, sendo alguns individuais e outros como organizador de Coletânea e Antologias, destacando-se as obras, “Serra, Colonização de uma Cidade” e a obra em forma de Livreto da Literatura de Cordel, "O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe" e o Livro “Dicionário Regional de Gírias e Jargões" É Técnico de Contabilidade e estudou Pedagogia e Direito na UFES. Pertence a diversas entidades, Associações e Academias de Letras e Artes no Espírito Santo, no Brasil e no Exterior.

 

 

 

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Clério José Borges
Enviado por Clério José Borges em 25/01/2026
Alterado em 31/01/2026
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