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SÍLVIO SANTOS VEM AÍ: Entre a Caricatura de Hassum e o Brilho de Gavassi.
Cinema - Coluna Crítica: Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries 05:
Manu Gavassi: Do Estigma de Ex-BBB à Redenção no Cinema
Comentários e Crítica de Clério José Borges.
O apresentador Silvio Santos (Señor Abravanel) é mais uma vez, tema central de um filme brasileiro. A vida do maior comunicador do Brasil, inspirou diversas produções, principalmente focadas em momentos distintos de sua trajetória. O filme “Sílvio Santos vem aí” disponível na plataforma da Netflix, aborda o período em que Silvio foi candidato à presidência do Brasil, em 1989, numa época em que ele disputou a preferência com Lula e Fernando Collor. No filme Manu Gavassi vive a jornalista Marília, que é designada a conhecer a fundo a vida pessoal do apresentador visando prepará-lo para o embate presidencial.
O resultado oscila entre o registro histórico superficial e escolhas do elenco, sendo o ponto mais controverso da produção, sem dúvida, a escalação de ator Leandro Hassum. Embora parte da crítica tente enxergar como uma "homenagem sincera", a realidade é outra. A atuação de Hassum é desprovida de vibração ou profundidade dramática. Hassum realiza um trabalho estritamente caricato e formal, preso a trejeitos mecânicos que não convencem como uma cinebiografia séria. A sensação para o espectador é de constante tensão: a qualquer momento parece que o ator abandonará o personagem, para disparar uma daquelas piadas de gosto duvidoso típicas de seus antigos programas humorísticos. Falta ao Silvio de Hassum, a alma e o carisma magnético que o "Homem do Baú" ostentava, sobrando apenas um decalque técnico e sem vida.
Por outro lado, o filme encontra seu maior acerto onde menos se esperava. De acordo com a minha análise pessoal, a participação de Manu Gavassi é a grande surpresa da obra. No papel de uma publicitária, Gavassi demonstra uma atuação surpreendente e convincente. Para quem a rotulou apenas como uma Ex-BBB, a artista entrega uma performance madura que cala os céticos, mostrando-se muito mais preparada para o drama do que o próprio protagonista veterano.
No que tange aos aspectos técnicos, o filme sofre com um roteiro descrito pelo Jornal "O Globo" como um "mar de obviedades". A produção tenta esconder falhas de orçamento com filtros de "TV antiga" que acabam cansando a vista, enquanto o elenco de apoio é frequentemente classificado como "sofrível" em fóruns, em websites, como o “AdoroCinema”.
Em suma, "Silvio Santos Vem Aí" falha em sua tentativa de ser o tributo definitivo. Salva-se pelo frescor de Manu Gavassi mas, naufraga na falta de timing, ou seja, falta de capacidade de agir ou tomar decisões no momento mais adequado, resultando em oportunidades perdidas e, em ações fora de ritmo com o contexto. O filme ainda naufraga no tom excessivamente caricatural de um Leandro Hassum, que parece nunca sair do palco do "Zorra Total".
A obra suaviza os motivos reais da impugnação pelo TSE, Tribunal Superior Eleitoral da candidatura de Sílvio Santos para a Presidência da República no Brasil. O ator que interpreta o publicitário/marqueteiro contratado por Silvio Santos para conduzir a campanha à presidência é Fernando Pastorelli (que interpreta um personagem focado em marketing político na equipe de apoio). O publicitário marqueteiro, por duas vezes, em momentos diferentes do filme grita em alto e bom som: “O Sistema quer a vitória de Collor” sem apresentar mais detalhes ou “sem apresentar provas” como diria certa emissora que usa a expressão quando quer taxar o personagem como mentiroso. Na vida real, a candidatura foi derrubada por 18 pedidos de impugnação, baseados na inelegibilidade de Silvio como dono de concessão pública (SBT) e irregularidades no registro do partido. No filme, essa complexidade jurídica é trocada por diálogos superficiais e cenas que parecem "mar de obviedades". Detalhes da campanha, como a promessa do "carro popular" e o icônico jingle "É o 26", são jogados em cena sem o devido contexto da polarização real entre Collor e Lula.
O roteiro e a produção foram detonados pela crítica especializada, por ser considerado "fraco" e "sem verdade" e, a atuação de Leandro Hassum é considerada por alguns críticos como uma "homenagem sincera e emocionante" a Sílvio Santos, conseguindo capturar a "essência" do comunicador.
Leandro Hassum ("Silvio Santos Vem Aí" - 2025) e Rodrigo Faro ("Silvio", 2024), disputam entre si o título de quem foi o pior ator a interpretar o animador Sílvio Santos. Hassum tem uma atuação caricata e forçada, no entender do crítico Capixaba Clério José Borges que ressalta, "a qualquer momento parece que ele vai se transformar em Tino, onde Hassum em "Até que a Sorte nos Separe" é um ex-segurança que ganha na loteria, gasta todos os 100 milhões de reais em pouco tempo e, para esconder a falência, se mete em situações absurdamente engraçadas." Também em Hassum é visível uma maquiagem forçada e, uma peruca "artificial", além de uma atuação bastante falha, considerada caricata e formal. Já a série O Rei da TV (com José Rubens Chachá) ainda é apontada por muitos, inclusive por mim, Clério José Borges, como a melhor dramatização sobre a vida do animador de Televisão Sílvio Santos.
Se a maquiagem de Rodrigo Faro no filme anterior foi ridicularizada por parecer uma "máscara de látex estática", a de Leandro Hassum comete o erro oposto: ela é excessivamente caricata. Em vez de se transformar no apresentador, ele parece um humorista fantasiado para um esquete. O uso de próteses para simular o rosto de Silvio em 1989 resulta em uma face endurecida. Isso acentua a sensação de que ele está apenas esperando a deixa para uma piada de mal gosto, já que a "máscara" não permite a sutileza dramática necessária para os momentos de tensão política.
O roteiro foca na candidatura presidencial de 1989 pelo nanico PMB (Partido Municipalista Brasileiro) e, o filme centraliza a trama no embate entre Silvio e a publicitária/jornalista Marília (Manu Gavassi), com uma atuação surpreendente conforme anteriormente citada por mim, Clério José Borges.
A conclusão final é que temos um filme que, nas palavras de críticos no AdoroCinema, "gasta dinheiro em uma obra medíocre", onde a única verdade no meu entender é o talento de Gavassi em meio ao amadorismo técnico da produção.
O filme é dirigido pela carioca Cris D’Amato, renomada diretora e cineasta brasileira, conhecida por comandar comédias de sucesso no cinema e televisão. D'Amato faz a opção por uma narrativa leve e nostálgica, tentando equilibrar o humor de Hassum com a seriedade da trama política de 1989. Entretanto, sua direção foi alvo de críticas por não aprofundar as nuances psicológicas de Silvio Santos, preferindo um caminho seguro. Uma direção descrita como "pouco complexa" por jornais como O Globo, que apontou uma falta de "olhar afiado" sobre o personagem. A escolha de usar filtros que simulam TV antiga foi vista por muitos como um recurso estético preguiçoso para disfarçar limitações de produção. No geral, a crítica considerou que D'Amato entregou um produto de entretenimento funcional, mas que falha como cinema biográfico de peso.
A escalação de Manu Gavassi para o papel da publicitária Marília foi recebida com ceticismo inicial, dada a forte associação de sua imagem ao Big Brother Brasil do ano de 2020. No entanto, ela conseguiu o que poucos ex-participantes de reality alcançam: o respeito da crítica pela papel seguro e dramático. Manu não é estreante. Antes de brilhar em "Silvio Santos Vem Aí," já possuía uma carreira sólida como atriz e criadora. Participou da série Maldivas (Netflix) e dirigiu seu próprio álbum visual Gracinha (Disney+). Sua experiência prévia em estúdios, inclusive no próprio SBT quando criança, ajudou na construção da "aura" profissional exigida para o papel da publicitária que desafia Silvio.
Enquanto eu crítico capixaba, Clério José Borges classifico a atuação de Manu, como "surpreendente e convincente", outros veículos também notaram seu valor. O portal CineSet destaca que, apesar da superficialidade do roteiro, Manu consegue dar dignidade à sua personagem. Já no AdoroCinema, alguns usuários a criticaram, alegando que ela não conseguiu se desprender da imagem de "menina mimada", o que demonstra o quão difícil é romper o preconceito do público de massa, o preconceito do povão. AdoroCinema é um dos maiores sites e aplicativos brasileiros de entretenimento sobre cinema e séries, oferecendo notícias, críticas, trailers, sinopses, pena que preconceituoso ao chamar Manu de "menina Mimada" esquecendo o seu excelente desempenho. Além de elogios de críticos como Clério José Borges, a performance de Manu foi vista como uma prova de amadurecimento após o boom do BBB.
No You Tube um dos críticos mais cruéis do filme é o português Bento Ribeiro, que em Chapado Crítico, entre piadas de mal gosto e encenações patéticas e ridículas, classificou o filme “Sílvio Santos vem aí” como o pior filme de todos os tempos e que gastou dinheiro público para não apresentar nada de bom. Chapado Crítico é um canal de entretenimento e humor, idealizado pelo ator e humorista Bento Ribeiro (ex-MTV) em parceria com a Agência Revi. A opinião de Ribeiro no meu entender é um grande engano. Não concordo com tal colocação, embora respeite o direito de opinião do Senhor Bento Ribeiro, cujo pai João Ubaldo Ribeiro foi um renomado escritor, jornalista, roteirista e imortal da Academia Brasileira de Letras. Bento esquece que embora Hassum tenha uma atuação forçada, caricata e formal, a presença de Manu Savassi no filme é um brilho que ilumina toda a obra cinematográfica... Este Bento Português é um chato que deveria voltar para Portugal e lá se tele-transportar para os tempos de Camões e permanecer por lá. Seria bem melhor voltar para o passado dos seus ancestrais, do que ficar aqui no Brasil falando mal dos nossos atores brasileiros e, de nossos filmes. Acho que só vive "chapado" mesmo. Kkkk...
Só lembrando, Manu Gavassi ficou famosa por dançar no BBB 20, "Don't Start Now" da cantora britânica Dua Lipa, a coreografia, conhecida como "tamborzinho".
O filme "Sílvio Santos vem aí" chegou aos cinemas brasileiros no dia 20 de novembro de 2025. Teve péssima presença de público, sendo assistido por menos de dez mil pessoas e muitos o viram como uma homenagem nostálgica, a crítica especializada o classificou como superficial e "fake", com duras críticas à atuação caricata de Hassum. A estreia na Netflix ocorreu logo em seguida, em 25 de dezembro de 2025.
FICHA TÉCNICA
Sílvio Santos, Señor Abravanel, nasceu na Lapa, no Rio de Janeiro, em 12 de dezembro de 1930. Ele foi casado duas vezes: a primeira com Maria Aparecida Vieira (Cidinha) em 1962 (falecida em 1977) e a segunda com Íris Pássaro Abravanel em 1981. Ele teve 6 filhas: Cintia, Silvia, Daniela, Patrícia, Rebeca e Renata. Silvio Santos faleceu em 17 de agosto de 2024, em São Paulo, aos 93 anos de idade.
Detalhes Principais: Nome Completo: Señor Abravanel. Nascimento: 12/12/1930, no Rio de Janeiro. Casamentos: Maria Aparecida Vieira Abravanel (Cidinha): Casaram-se em 15 de março de 1962, falecida em 1977. Íris Pássaro Abravanel: Casaram-se em 20 de fevereiro de 1981. Filhas (6): Com Cidinha: Cintia e Silvia. Com Íris: Daniela, Patrícia, Rebeca e Renata. Origem do Nome: Filho de imigrantes judeus, Alberto e Rebeca, seu nome de batismo era Señor, mas era chamado de Silvio pela mãe. Silvio Santos faleceu em 17 de agosto de 2024, em São Paulo, aos 93 anos.
FILMES. Os principais filmes, as principais produções sobre a vida do apresentador de TV, Sílvio Santos foram:
1) Rodrigo Faro em "Silvio" (2024): Este filme foca em um momento traumático e de tensão: o sequestro de Silvio Santos e sua filha Patrícia em 2001, usando a situação como gancho para flashbacks de sua vida.
2) Leandro Hassum em "Silvio Santos Vem Aí" (2025): Este longa tem uma abordagem mais leve e nostálgica, focando nos bastidores do Programa Silvio Santos e no momento em que ele se candidatou à presidência em 1989.
3) José Rubens Chachá em "O Rei da TV" (Série - 2022-2023): Embora seja uma série do Disney+, esta é frequentemente citada pela crítica como a interpretação mais profunda e realista de Silvio Santos, retratando desde camelô até o auge de sua carreira.
Ficha Técnica: "Silvio Santos Vem Aí"
• Direção: Cris D’Amato
• Roteiro: Paulo Cursino
• Elenco Principal: Leandro Hassum (Silvio Santos), Manu Gavassi (Marília), Regiane Alves (Íris Abravanel)
• Elenco de Apoio: Marcelo Laham, Gabriel Godoy, Hugo Bonemer e Vanessa Giácomo
• Duração: Aproximadamente 1h e 20 minutos
• Produção: Paris Entretenimento.
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O filme foi assistido por mim, Clério José Borges na Netflix na madrugada de 27 de Janeiro de 2026. Este comentário e esta análise foi feita por mim, Clério José Borges no mesmo dia em que assisti o filme em 27 de Janeiro de 2026.
Classificação final: Altamente recomendado por contar momentos da vida de um grande personagem da Televisão Brasileira, o apresentador Sílvio Santos.
Avaliação de Zero a Dez: Nota 7. (SETE). FILME BOM.
A música do "Programa Sílvio Santos" foi mudada. Não é a música original. A piada da "mulher grávida, do poste e do Bambu" também foi mudada no filme. Tais mudanças no meu entender mudam a realidade histórica. Leva Sete pelo excelente trabalho de Manu Gavassi e pela boa direção, bom roteiro e bom desempenho da equipe (atores) de apoio do filme.
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OBSERVAÇÃO
A Coluna Jornalística, Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries foi criada pelo Escritor Capixaba Clério José Borges na madrugada do dia 10 de Janeiro de 2026 quando resolveu tecer algumas avaliações sobre Filmes e Séries que tem assistido nos últimos anos nos canais de serviços de streaming ou plataformas de streaming como Netflix, Amazon Prime Video, Disney+, Max e outras que oferecem acesso a um vasto catálogo de conteúdo de vídeo (filmes, séries, documentários, etc.) que pode ser assistido a qualquer momento, em diversos dispositivos conectados à internet.
Dois motivos levaram a tecer tais comentários:
1) - Com os comentários consigo registrar e relacionar todos os Filmes e Séries assistidas, procurando valorizar o trabalho da Direção e dos atores.
2) - Lembrar os tempos antigos em que militei na Imprensa Capixaba, como Crítico de Cinema, trabalhando na Redação com ídolos do Jornalismo Capixaba, como por exemplo, CBR - Cláudio Bueno Rocha e Vinícius Paulo Seixas no Jornal A Tribuna de Vitória, Capital do Estado do Espírito Santo.
Em definitivo o título da coluna ficou:
Cinema - Coluna Crítica: Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries.
(O adocicado do mel misturado a uma gostosa pipoca para degustar, enquanto se assiste um filme ou uma série).
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CLÉRIO BORGES, JORNALISTA PROFISSIONAL, COM CARTEIRA ASSINADA E CRÍTICO DE CINEMA.
Clério José Borges trabalhou no jornal A Tribuna, em Vitória (ES), no período de 1969 a 1972. Durante esses anos, ele percorreu diversas etapas da carreira jornalística:
Começou como foca (Estagiário), em 1969. Foi promovido depois a Repórter e Redator.
Atuou em diversas editorias, desde Editoria Geral até a Editoria Política até encontrar sua real vocação. Ser um Crítico de Cinema, especializando-se como comentarista e crítico de filmes.
Foi promovido a Chefe de Reportagem, cargo máximo que alcançou antes de encerrar seu ciclo no jornal A TRIBUNA. Trabalhou também, durante algum tempo no jornal O Diário, de Vitória, ES. O Jornal está atualmente extinto. Após breve período no “Diário” da Rua Sete, como era chamado o Jornal, passou a ministrar vários Cursos de Iniciação ao Jornalismo e Comunicação Social em várias cidades do Espírito Santo e de Minas Gerais, orientando durante um período de aproximadamente dois anos, mais de Dez mil alunos. Em seguida fez Concurso Público, ingressando no Serviço Público Estadual na área de Segurança Pública, trabalhando durante 35 anos como Escrivão da Polícia Civil, (atualmente o Cargo é Oficial de Polícia Civil) período em que recebeu as Medalhas de Bronze, Prata e Ouro por serviços prestados a Comunidade Capixaba. Como Escrivão realizando a oitiva das pessoas, conseguiu subsídios para a publicação de um Livro denominado de "Dicionário Regional de Gírias e Jargões da Malandragem" cujo lançamento oficial no dia 19 de abril de 2012, no Estado do Espírito Santo, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura do Município de Serra, ES, a Lei Chico Prego.
Além de seu trabalho com Carteira Profissional assinada, no Jornal A Tribuna, de Vitória, ES, Clério José Borges foi correspondente da "Revista Intervalo" na mesma época, onde ganhou destaque por cobrir o episódio em que o cantor Tony Tornado saltou sobre a plateia no Festival de Verão de Guarapari, em 1971. A Revista Intervalo (1963–1972) foi a primeira grande publicação impressa brasileira dedicada exclusivamente ao universo da televisão. Lançada pela Editora Abril, trazia programação de TV, notícias sobre celebridades, bastidores das emissoras, fotonovelas e cartazes, consolidando-se como um guia essencial para o telespectador nos anos 1960.
BIOGRAFIA RESUMIDA:
Clério José Borges é Escritor, Historiador, Poeta, Comendador e Trovador Capixaba. Nasceu em Vila Velha, Espírito Santo. Fundou e preside desde 1º de julho de 1980 o Clube dos Trovadores Capixabas CTC, que no dia 18 de novembro de 2017 transformou-se na Academia ACLAPTCTC, Academia de Letras e Artes de Poetas Trovadores. Foi fundador e primeiro Presidente da Academia de Letras e Artes da Serra, de sigla ALEAS. É morador do Município da Serra, ES, desde 1979 e Cidadão Serrano desde 26 de dezembro de 1994. Foi Jornalista dos Jornais A TRIBUNA e O DIÁRIO, de Vitória, ES, onde atuou de Foca a Chefe de Reportagem se especializando como comentarista e crítico de Filmes. Foi Conselheiro Titular do Conselho Estadual de Cultura do Espírito Santo, de 1989 a 1993 e Conselheiro Suplente e Colaborador de 1993 ao ano 2002. Conselheiro Titular da Câmara de Literatura do Conselho Municipal de Cultura da Serra, de 24/09/1997 a 20/07/2012, ou seja, durante o período de 14 anos, 09 meses e vinte dias. É Senador da Cultura, título recebido pela Sociedade de Cultura Latina do Brasil e, é Mestre da Cultura Capixaba. Possui pouco mais de quinze livros publicados, sendo alguns individuais e outros como organizador de Coletânea e Antologias, destacando-se as obras, “Serra, Colonização de uma Cidade” e a obra em forma de Livreto da Literatura de Cordel, "O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe" e o Livro “Dicionário Regional de Gírias e Jargões" É Técnico de Contabilidade e estudou Pedagogia e Direito na UFES. Pertence a diversas entidades, Associações e Academias de Letras e Artes no Espírito Santo, no Brasil e no Exterior.
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