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Cinema - Coluna Crítica: Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries:
Análise Crítica de O Agente Noturno (The Night Agent), fenômeno de suspense e ação da Netflix.

Pesquisa, análise e autoria do Texto: Clério José Borges.
A minissérie O Agente Noturno (The Night Agent, Netflix, 2023-) é um thriller de espionagem criado por Shawn Ryan. A série começa com um agente do FBI de baixo escalão, atormentado pelo legado de seu pai (acusado de traição). Ele evolui de um monitor de telefone no porão da Casa Branca para um agente de campo de elite da "Ação Noturna". Segundo o material de divulgação da série, Peter é caracterizado por um senso de responsabilidade esmagador e uma bússola moral rígida, o que o leva a sacrifícios pessoais dolorosos para proteger o país e aqueles que ama. O personagem Peter Sutherland é vivido pelo ator Gabriel Basso.
As críticas são mistas sendo que alguns elogiam a ação com cenas impactantes e de vibrantes e outras apontam falhas no roteiro, com diversas inconsistências e furos de roteiro (plot holes) que surgiram com a expansão da trama.
Rose Larkin (Luciane Buchanan): Uma ex-CEO de tecnologia que se vê envolvida na conspiração após o assassinato de seus tios. Mais do que uma "donzela em perigo", Rose torna-se o cérebro técnico das missões de Peter, sendo comparada a uma versão moderna de Chloe O'Brian (de 24 Horas). Na 3ª temporada, ela está fisicamente ausente da trama principal, tendo se mudado para a Califórnia para seguir uma vida normal, embora continue sendo uma influência mental e emocional constante para Peter. A crítica aponta que na segunda temporada, a personagem Rose Larkin acaba desenvolvendo, sozinha, um software de reconhecimento facial superior ao de agências governamentais, conseguindo localizar Peter em uma noite enquanto o FBI falhou por semanas.
Analisando a participação de Rose, percebo que a inclusão da mesma em investigações de segurança nacional ultra-secretas parece "bem forçada", já que ela é uma civil sem treinamento oficial. Um outro ponto crítico é o fato de que, na segunda temporada há uma velocidade nos deslocamentos; em um episódio, um agente é extraído do Irã e levado para os EUA em apenas um dia, sem que as agências consigam rastreá-lo. Na Tailândia (2ª temporada), Peter é visto correndo com uma arma em punho de forma nada discreta, o que contradiz seu papel como um "Agente Noturno" de elite que deveria operar sob o radar.
A série apresenta também vilões que ora são "absurdos demais para serem acreditados" (como o vice-presidente da 1ª temporada), ora tomam decisões excessivamente estúpidas para permitir que os heróis escapem. Espectadores também notam que personagens cruciais frequentemente "aparecem do nada" no local exato onde Peter ou Rose estão, sem uma explicação lógica de como descobriram sua localização.
O ponto alto da série é realmente a Direção. A crítica recebeu a direção de "O Agente Noturno" (liderada por Seth Gordon no piloto e como produtor executivo) como um dos pilares do sucesso da série, destacando sua capacidade de transformar uma premissa convencional em um thriller de ritmo implacável. Uma direção "mais polida do que o necessário", já que consegue manter uma tensão constante, negociando cada reviravolta da trama sem perder o fôlego, o que a torna ideal para o formato de binge-watching da Netflix. A direção consegue extrair dos atores, o melhor de seus desempenhos, de modo especial na atuação de Gabriel Basso (Peter) e Luciane Buchanan (Rose), criando uma química que eleva o drama para além das conspirações políticas.
Da primeira para a terceira temporada, observa-se um aprimoramento visual. Na 1ª temporada o foco foi os ambientes fechados (como o porão da Casa Branca), nas demais temporadas surgem missões internacionais (como Istambul), mantendo a identidade visual "pulpy" e viciante que consagrou a série. A direção é celebrada por entregar um entretenimento de alta qualidade e execução sólida.
A minissérie é baseada no livro de Matthew Quirk e, consolidou-se como um dos maiores sucessos de audiência da história da Netflix. Desde sua estreia em 23 de março de 2023, a produção recebeu elogios por seu ritmo frenético e pela execução sólida do gênero de espionagem. A 2ª Temporada foi lançada em 23 de janeiro de 2025 e a 3ª Temporada estreou em 19 de fevereiro de 2026.
Após assistir as três temporadas, eu, Clério José Borges posso definir como momentos empolgantes da trama, o ritmo ágil, cenas de ação bem coreografadas, produção com "polimento de TV aberta" (estilo procedural de alta qualidade) e protagonista carismático na pessoa do personagem Peter Sutherland vivido pelo ator Gabriel Basso.
Eu, Clério José Borges, destaco as cenas de ação bem vibrantes e a Direção de Shawn Ryan que consegue equilibrar conspirações políticas autênticas e tensão, com diretores convidados como Seth Osborne (episódios iniciais) formando uma "equipe A" que torna o visual tenso e realista. Contudo observei que na 2ª e 3ª temporadas, o uso de plots "sem sentido" e personagens femininos irritantes, com ações que não têm uma consequência lógica ou a ocorrência de motivações sem explicação.
Diretores de fotografia como Michael Wale, David S. Tuttman e Lula Carvalho contribuem para um visual "aterrado e belo", com cenas de ação bem construídas e tensão noturna eficaz. Elogios vão para o realismo em sequências de suspense; críticas negativas focam em falta de inovação visual, com pacing lento que não sustenta o impacto inicial.
Atores Principais: Gabriel Basso (Peter Sutherland) é o destaque unânime, com carisma "masculino relaxado" e evolução que o leva a papéis maiores, superando expectativas.
Luciane Buchanan (Rose) brilha pela química com Basso e humor spunky, mas é criticada por decisões irracionais nas temporadas 2-3.
Hong Chau (chefe de gabinete) eleva o elenco com presença cativante e força sutil.
Vilões como Eve Harlow e Phoenix Raei adicionam thrill sádico, enquanto a 3ª temporada humaniza antagonistas como Stephen Moyer.
1ª Temporada (2023): Recebeu 75% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e 78% do público. Foi elogiada por ser um thriller "redondo", com reviravoltas bem posicionadas e química convincente entre os protagonistas Peter Sutherland (Gabriel Basso) e Rose Larkin (Luciane Buchanan).
2ª Temporada (2025): Apresentou uma melhora na visão da crítica, alcançando 86% a 89% de aprovação. No entanto, a recepção do público foi mais mista (entre 40% e 61%), com críticas a clichês e soluções narrativas consideradas forçadas nos episódios finais.
3ª Temporada (fevereiro de 2026): Estreou recentemente com forte recepção crítica, mantendo uma média de 82% a 100% (baseado em avaliações iniciais) no Rotten Tomatoes. O Rotten Tomatoes é o principal site agregador de críticas de cinema e televisão do mundo. Ele funciona como um "termômetro" da opinião especializada e do público.
Na terceira temporada a trama começa com a queda do voo Pima 12, um desastre que esconde uma rede de transações financeiras ilegais e conspirações que chegam ao Salão Oval. Peter Sutherland (Gabriel Basso) viaja até Istambul para resgatar Jay Batra, um analista financeiro que previu o ataque terrorista, e acaba unindo forças com a jornalista Isabel De Leon para expor a verdade.
A grande reviravolta do final é que Jacob Monroe não era o vilão final. O papel de antagonista principal é assumido pelo Presidente Richard Hagan e pela Primeira-Dama Jenny Hagan. Descobrimos que o Corretor garantiu a vitória de Richard na eleição após conseguir um vídeo comprometedor de seu oponente. Em troca, Jenny Hagan aceitou US$ 6 milhões de Monroe, lavados através de sua instituição de caridade para a campanha do marido.
Para esconder o segredo, Jenny chegou a causar a morte do mordomo da Casa Branca, Brian Mott, e tentou silenciar Peter e Chelsea. No entanto, Isabel consegue realizar uma entrevista bombástica com Freya Myers, que confessa tudo diante das câmeras. O desfecho é cínico: antes de renunciar, o Presidente Richard Hagan utiliza seu poder para perdoar a si mesmo e à sua esposa, saindo impunes de seus crimes perante a lei, embora destruídos politicamente.
O final reforça a tese de que “presidentes podem se safar de quase tudo”. A impunidade dos Hagan deixa um gosto amargo, mas a sobrevivência de Peter e a coragem de Isabel em publicar a história mostram que a luta continua. O Agente Noturno agora não luta apenas contra terroristas externos, mas contra a podridão interna do governo que ele jurou proteger.
FIM DO COMENTÁRIO... ASSISTA VALE A PENA...
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A primeira e a segunda temporada foram assistidas por mim, Clério José Borges em Setembro e Outubro de 2025 e a terceira temporada no dia do seu lançamento no Brasil, 19 de fevereiro de 2026.
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Avaliação de Zero a Dez: Nota 9.
NOTA NOVE. - (MUITO BOM)
MOTIVO DA NOTA NOVE:
Destaco as cenas de ação bem vibrantes e a Direção de Shawn Ryan que consegue equilibrar conspirações políticas autênticas e tensão, com diretores convidados como Seth Osborne (episódios iniciais) formando uma "equipe A" que torna o visual tenso e realista. Contudo observei que na 2ª e 3ª temporadas, o uso de plots "sem sentido" e personagens femininos irritantes, com ações que não têm uma consequência lógica ou a ocorrência de motivações sem explicação.
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FILMES NOTAS DEZ
Nas minhas avaliações (Avaliações de Clério José Borges), continuam como Filmes Recomendáveis ainda com NOTA DEZ:
1) O filme No Tempo das Diligências (Stagecoach), lançado em 1939, é um clássico absoluto do gênero faroeste (western) dirigido por John Ford.
2) Considerado um dos maiores marcos da história do cinema, Cidadão Kane (Citizen Kane), lançado em 1941, foi dirigido, produzido, coescrito e estrelado por Orson Welles.
2) SHANE, que no Brasil recebeu um título horrível: “Os Brutos Também amam” - filme Shane (no Brasil, Os Brutos Também Amam), clássico do faroeste lançado em 1953, foi dirigido por George Stevens.
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OBSERVAÇÃO
A Coluna Jornalística, Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries foi criada pelo Escritor Capixaba Clério José Borges na madrugada do dia 10 de Janeiro de 2026 quando resolveu tecer algumas avaliações sobre Filmes e Séries que tem assistido nos últimos anos, CLÁSSICOS do Cinema e Filmes e Séries nos canais de serviços de streaming ou plataformas de streaming como Netflix, Amazon Prime Video, Disney+, Max e outras que oferecem acesso a um vasto catálogo de conteúdo de vídeo (filmes, séries, documentários, etc.) que pode ser assistido a qualquer momento, em diversos dispositivos conectados à internet.
Dois motivos levaram a tecer tais comentários:
1) - Com os comentários consigo registrar e relacionar todos os Filmes e Séries assistidas, procurando valorizar o trabalho da Direção e dos atores.
2) - Lembrar os tempos antigos em que militei na Imprensa Capixaba, como Crítico de Cinema, trabalhando na Redação com ídolos do Jornalismo Capixaba, como por exemplo, CBR - Cláudio Bueno Rocha e Vinícius Paulo Seixas no Jornal A Tribuna de Vitória, Capital do Estado do Espírito Santo.
Em definitivo o título da coluna ficou:
Cinema - Coluna Crítica: Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries.
(O adocicado do mel misturado a pipoca para degustar, enquanto se assiste um filme ou uma série).
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Quem é o Crítico de Cinema, Jornalista, Poeta Trovador, Mestre da Cultura Capixaba e Comendador Clério José Borges?
CLÉRIO BORGES, JORNALISTA PROFISSIONAL, COM CARTEIRA ASSINADA E CRÍTICO DE CINEMA.
Clério José Borges trabalhou no jornal A Tribuna, em Vitória (ES), no período de 1969 a 1972. Durante esses anos, ele percorreu diversas etapas da carreira jornalística:
Começou como foca (Estagiário), em 1969. Foi promovido depois a Repórter e Redator.
Atuou em diversas editorias, desde Editoria Geral até a Editoria Política até encontrar sua real vocação. Ser um Crítico de Cinema, especializando-se como comentarista e crítico de filmes.
Foi promovido a Chefe de Reportagem, cargo máximo que alcançou antes de encerrar seu ciclo no jornal A TRIBUNA. Trabalhou também, durante algum tempo no jornal O Diário, de Vitória, ES. O Jornal está atualmente extinto. Após breve período no “Diário” da Rua Sete, como era chamado o Jornal, passou a ministrar vários Cursos de Iniciação ao Jornalismo e Comunicação Social em várias cidades do Espírito Santo e de Minas Gerais, orientando durante um período de aproximadamente dois anos, mais de Dez mil alunos. Em seguida fez Concurso Público, ingressando no Serviço Público Estadual na área de Segurança Pública, trabalhando durante 35 anos como Escrivão da Polícia Civil, (atualmente o Cargo é Oficial de Polícia Civil) período em que recebeu as Medalhas de Bronze, Prata e Ouro por serviços prestados a Comunidade Capixaba. Como Escrivão realizando a oitiva das pessoas, conseguiu subsídios para a publicação de um Livro denominado de "Dicionário Regional de Gírias e Jargões da Malandragem" cujo lançamento oficial no dia 19 de abril de 2012, no Estado do Espírito Santo, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura do Município de Serra, ES, a Lei Chico Prego.
Além de seu trabalho com Carteira Profissional assinada, no Jornal A Tribuna, de Vitória, ES, Clério José Borges foi correspondente da "Revista Intervalo" na mesma época, onde ganhou destaque por cobrir o episódio em que o cantor Tony Tornado saltou sobre a plateia no Festival de Verão de Guarapari, em 1971. A Revista Intervalo (1963–1972) foi a primeira grande publicação impressa brasileira dedicada exclusivamente ao universo da televisão. Lançada pela Editora Abril, trazia programação de TV, notícias sobre celebridades, bastidores das emissoras, fotonovelas e cartazes, consolidando-se como um guia essencial para o telespectador nos anos 1960.
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BIOGRAFIA RESUMIDA:
Clério José Borges é Escritor, Historiador, Poeta, Comendador e Trovador Capixaba. Nasceu em Vila Velha, Espírito Santo. Fundou e preside desde 1º de julho de 1980 o Clube dos Trovadores Capixabas CTC, que no dia 18 de novembro de 2017 transformou-se na Academia ACLAPTCTC, Academia de Letras e Artes de Poetas Trovadores. Foi fundador e primeiro Presidente da Academia de Letras e Artes da Serra, de sigla ALEAS. É morador do Município da Serra, ES, desde 1979 e Cidadão Serrano desde 26 de dezembro de 1994. Foi Jornalista dos Jornais A TRIBUNA e O DIÁRIO, de Vitória, ES, onde atuou de Foca a Chefe de Reportagem se especializando como comentarista e crítico de Filmes. Foi Conselheiro Titular do Conselho Estadual de Cultura do Espírito Santo, de 1989 a 1993 e Conselheiro Suplente e Colaborador de 1993 ao ano 2002. Conselheiro Titular da Câmara de Literatura do Conselho Municipal de Cultura da Serra, de 24/09/1997 a 20/07/2012, ou seja, durante o período de 14 anos, 09 meses e vinte dias. É Senador da Cultura, título recebido pela Sociedade de Cultura Latina do Brasil e, é Mestre da Cultura Capixaba. Possui pouco mais de quinze livros publicados, sendo alguns individuais e outros como organizador de Coletânea e Antologias, destacando-se as obras, “Serra, Colonização de uma Cidade” e a obra em forma de Livreto da Literatura de Cordel, "O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe" e o Livro “Dicionário Regional de Gírias e Jargões" É Técnico de Contabilidade e estudou Pedagogia e Direito na UFES. Pertence a diversas entidades, Associações e Academias de Letras e Artes no Espírito Santo, no Brasil e no Exterior.
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