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Cinema - Coluna Crítica: Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries:
MULHERES DOMINAM A NETFLIX E SÉRIE SOBRE A DINAMARCA MOSTRA
INTRIGA GEOPOLÍTICA, INTOLERÂNCIA, TRADIÇÕES E DILEMAS PESSOAIS
Uma série que em 2022, antecipava eventos reais da política dinamarquesa e mundial, como
a importância geopolítica do Ártico e o petróleo na Groenlândia
As mulheres estão em evidência na Netflix. Tanto “Borgen” quanto “A Diplomata” exemplificam a presença de mulheres no centro de thrillers políticos premiados em plataformas como a Netflix. Birgitte Nyborg Christensen (Sidse Babett Knudsen), líder dos moderados, se torna a primeira mulher a conquistar o posto de primeira-ministra dinamarquesa. Em “A Diplomata” Keri Russell impressiona como a embaixadora Kate Wyler. Essas séries evidenciam o domínio feminino em conteúdos destacados como o da Netflix, apresentando atuações que entrelaçam intriga geopolítica e dilemas pessoais de forma notável.
Em Borgen, Birgitte Nyborg é uma idealista, uma líder pragmática que aos poucos e ao longo do tempo se torna uma figura mais implacável e isolada. A atriz Sidse Babett Knudsen que faz o papel de Birgitte Nyborg é frequentemente mencionada como uma das protagonistas femininas mais fortes da televisão mundial. A forma como a câmera captura Sidse no papel de Birgitte, muitas vezes em planos que enfatizam sua solidão em grandes salas é vista como uma metáfora visual para o peso da governança moderna constantemente solitária. A direção sob o comando de Adam Price consegue extrair as performances "magníficas" de Sidse Babett Knudsen, permitindo que ela brilhasse em silêncios e olhares, e não apenas em discursos políticos.
O funcionamento interno do parlamento dinamarquês ("Borgen"), com crises semanais que envolviam coalizões partidárias e políticas domésticas, nos conduz ao enredo principal de Borgen (Série Original), composta por 3 temporadas (2010–2013), que foca nos dilemas éticos e pessoais de Nyborg enquanto ela navega pelas coalizões partidárias e o escrutínio da mídia. Casamento desmoronando e alianças quebradas e desfeitas em intrigas e tramas pessoais. Com atuações femininas significativas, a série aborda dilemas políticos com profundidade, impulsionada por um elenco principal notável.
Criada pelo roteirista, dramaturgo e diretor Adam Price, responsável pela série de fantasia Ragnarok, Borgen tem três temporadas, com 10 episódios de 58 minutos. Price é frequentemente chamado de "vidente" pela crítica, devido à precisão com que a série antecipa eventos reais da política dinamarquesa e mundial, como a importância geopolítica do Ártico e o recente interesse (início de 2026) do Presidente norte-americano Donald Trump pela Groenlândia.
Borgen é efetivamente uma aclamada série de drama político dinamarquesa, acompanhando a ascensão de Birgitte Nyborg como a primeira mulher a ocupar o cargo de Primeira-Ministra da Dinamarca. O título da Série disponível na Netflix, refere-se ao apelido do Palácio de Christiansborg, sede do governo dinamarquês. A trama é elogiada por seu realismo e diálogos inteligentes, abordando sacrifícios pessoais necessários para se manter no topo da política e a disputa entre grandes potências (EUA, China e Rússia) por recursos naturais e influência no Ártico. Destaca-se também uma relação tensa e muitas vezes manipuladora entre políticos e jornalistas.
No elenco principal destaca-se Sidse Babett Knudsen como Birgitte Nyborg. A atriz Birgitte Hjort Sørensen como a jornalista Katrine Fønsmark e o ator Pilou Asbæk como Kasper Juul, o consultor de comunicação nas primeiras 3 temporadas originais.
Sidse Babett Knudsen (Birgitte Nyborg): É o pilar da série. A crítica destaca sua performance como "soberba" e "multifacetada". Ela é elogiada por retratar a evolução de Birgitte de uma idealista a uma líder pragmática e, na temporada de 2022, a uma figura mais implacável e isolada. Knudsen é frequentemente mencionada como uma das protagonistas femininas mais fortes da televisão mundial.
Sidse Babett Knudsen se destaca em uma performance amplamente considerada brilhante e competente, conforme minha (Clério José Borges) análise pessoal. Sua interpretação captura a complexidade de uma líder que equilibra poder, família e ética, oferecendo nuances que lhe renderam reconhecimentos internacionais, incluindo uma indicação ao Emmy. Eu, Clério José Borges elogio essa competência, sublinhando o protagonismo feminino em produções premiadas e traçando comparações com papéis semelhantes em séries de relevância global.
Atrizes como Birgitte Hjort Sørensen (Katrine Fønsmark) e Signe Egholm Olsen complementam o protagonismo de Knudsen, trazendo uma intensidade marcante às suas interpretações de jornalistas e figuras políticas ambiciosas. Birgitte recebe elogios consistentes por sua interpretação da jornalista ética que enfrenta os dilemas morais da imprensa. Sua química em tela e o desenvolvimento de sua personagem ao longo das décadas são pontos altos citados pela crítica. Os personagens masculinos, como Pilou Asbæk (Kasper Juul), oferecem um contraponto dinâmico, mas é o foco feminino que enriquece a narrativa da série. Críticos observam como essas atuações contribuem para tornar a política mais acessível e humana.
Em A Diplomata, Keri Russell impressiona como a embaixadora Kate Wyler, recebendo elogios da minha pessoa, Clério José Borges, por sua agilidade e profundidade emocional, características que se assemelham à "brilhante e competente" Sidse Babett Knudsen em Borgen. Essas séries evidenciam o domínio feminino em conteúdos destacados como o da Netflix, apresentando atuações que entrelaçam intriga geopolítica e dilemas pessoais de forma notável.
Adam Price, é aclamado por manter um equilíbrio raro entre o idealismo político e o realismo "pé no chão". Diferente de séries como House of Cards (vista como puramente cínica) ou The West Wing (vista como muito idealista), a direção de Borgen é elogiada por fazer a política parecer "viva" e crível. Quanto a direção descrevo como tendo um ritmo "excelente" e um bom enquadramento e boa fotografia. A crítica tem avaliado as atuações e a direção de Borgen de forma extremamente positiva, frequentemente classificando a série como uma "obra-prima" do drama político.
Quando se assiste as três temporadas de Borgen, observa-se que surge uma continuação num novo título, “Borgen: O Reino, o Poder e a Glória” lançado em 2022, uma continuação (frequentemente chamada de 4ª temporada), mostrando nossa protagonista Birgitte, agora como Ministra das Relações Exteriores enfrentando uma crise internacional após a descoberta de petróleo na Groenlândia. A nova temporada segue a ex-primeira-ministra da Dinamarca nos estágios posteriores de sua carreira política, agora servindo como ministra das Relações Exteriores sob o reinado do primeiro-ministro Signe Kragh. Após a descoberta de petróleo na Groenlândia, segue-se uma luta pelo poder que vê Birgitte negociando com várias partes em termos voláteis entre si. A transição entre as temporadas originais (2010–2013) e o revival da Netflix, Borgen: O Reino, o Poder e a Glória (2022), é marcada por uma mudança drástica de tom, saindo de um drama político idealista para algo muito mais sombrio e cínico. Birgitte Nyborg de Idealista passa a ter uma atitude e conduta maquiavélica, já que nas três primeiras temporadas era frequentemente vista como um farol de integridade, tentando equilibrar princípios éticos com as necessidades do governo agora como Ministra das Relações Exteriores é retratada como uma figura mais solitária, implacável e cínica. A crítica nota que o poder se tornou "viciante" para ela, levando-a a sacrificar seus valores ambientais e pessoais para se manter relevante tendo uma trama girando inteiramente em torno de uma única crise: a descoberta de petróleo na Groenlândia, inserindo a série em um jogo de xadrez internacional envolvendo potências como EUA, China e Rússia. A crítica descreve a nova temporada como "mais sombria", com uma fotografia fria (azulada) e planos que enfatizam o isolamento dos personagens. O uso das paisagens geladas da Groenlândia reforça esse sentimento de frieza e grandiosidade. A nova versão incorpora temas contemporâneos que não existiam ou não eram centrais na década de 2010, como o impacto devastador das redes sociais na reputação política e a urgência da crise climática em choque com interesses econômicos.
A crítica raramente analisa os diretores individualmente, mas sim o conjunto da obra sob a visão de Adam Price e o estilo imposto pelos diretores de cada fase. Os diretores são elogiados por manterem a série "pé no chão". A crítica do The Guardian destaca que a direção consegue tornar assuntos burocráticos (como cotas de pesca ou mineração) em algo emocionante e viciante. Com a participação da Netflix na quarta temporada a crítica destaca que a direção elevou a série para um patamar cinematográfico, usando a vastidão da Groenlândia como uma metáfora visual para a frieza do poder, sendo celebrada por nunca deixar que o "drama de novela" sobreponha a política séria.
FIM DO COMENTÁRIO... ASSISTA VALE A PENA...
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As três primeiras temporadas e a quarta temporada foram assistidas por mim, Clério José Borges no ano de 2024. Agora em Março de 2026, mais precisamente de 01 a 06 de março revi todas as quatro temporadas para elaborar o presente comentário nesta nossa Coluna.
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Avaliação de Zero a Dez: Nota 9.
NOTA NOVE. - (MUITO BOM)
MOTIVO DA NOTA NOVE:
Destaco a atriz Sidse Babett Knudsen no papel de Birgitte Nyborg Christensen, com uma performance amplamente considerada brilhante e competente, conforme minha (Clério José Borges) análise pessoal. Sua interpretação captura a complexidade de uma líder que equilibra poder, família e ética, oferecendo nuances que lhe renderam reconhecimentos internacionais, incluindo uma indicação ao Emmy.
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FILMES NOTAS DEZ
Nas minhas avaliações (Avaliações de Clério José Borges), continuam como Filmes Recomendáveis ainda com NOTA DEZ:
1) O filme No Tempo das Diligências (Stagecoach), lançado em 1939, é um clássico absoluto do gênero faroeste (western) dirigido por John Ford.
2) Considerado um dos maiores marcos da história do cinema, Cidadão Kane (Citizen Kane), lançado em 1941, foi dirigido, produzido e estrelado por Orson Welles.
2) SHANE, que no Brasil recebeu um título horrível: “Os Brutos Também amam” - filme Shane (no Brasil, Os Brutos Também Amam), clássico do faroeste lançado em 1953, foi dirigido por George Stevens.
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OBSERVAÇÃO
A Coluna Jornalística, Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries foi criada pelo Escritor Capixaba Clério José Borges na madrugada do dia 10 de Janeiro de 2026 quando resolveu tecer algumas avaliações sobre Filmes e Séries que tem assistido nos últimos anos, CLÁSSICOS do Cinema e Filmes e Séries nos canais de serviços de streaming ou plataformas de streaming como Netflix, Amazon Prime Video, Disney+, Max e outras que oferecem acesso a um vasto catálogo de conteúdo de vídeo (filmes, séries, documentários, etc.) que pode ser assistido a qualquer momento, em diversos dispositivos conectados à internet.
Dois motivos levaram a tecer tais comentários:
1) - Com os comentários consigo registrar e relacionar todos os Filmes e Séries assistidas, procurando valorizar o trabalho da Direção e dos atores.
2) - Lembrar os tempos antigos em que militei na Imprensa Capixaba, como Crítico de Cinema, trabalhando na Redação com ídolos do Jornalismo Capixaba, como por exemplo, CBR - Cláudio Bueno Rocha e Vinícius Paulo Seixas no Jornal A Tribuna de Vitória, Capital do Estado do Espírito Santo.
Em definitivo o título da coluna ficou:
Cinema - Coluna Crítica: Mel de Abelha e Pipoca - Crítica de Filmes e Séries.
(O adocicado do mel misturado a pipoca para degustar, enquanto se assiste um filme ou uma série).
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Quem é o Crítico de Cinema, Jornalista, Poeta Trovador, Mestre da Cultura Capixaba e Comendador Clério José Borges?
CLÉRIO BORGES, JORNALISTA PROFISSIONAL, COM CARTEIRA ASSINADA E CRÍTICO DE CINEMA.
Clério José Borges trabalhou no jornal A Tribuna, em Vitória (ES), no período de 1969 a 1972. Durante esses anos, ele percorreu diversas etapas da carreira jornalística:
Começou como foca (Estagiário), em 1969. Foi promovido depois a Repórter e Redator.
Atuou em diversas editorias, desde Editoria Geral até a Editoria Política até encontrar sua real vocação. Ser um Crítico de Cinema, especializando-se como comentarista e crítico de filmes.
Foi promovido a Chefe de Reportagem, cargo máximo que alcançou antes de encerrar seu ciclo no jornal A TRIBUNA. Trabalhou também, durante algum tempo no jornal O Diário, de Vitória, ES. O Jornal está atualmente extinto. Após breve período no “Diário” da Rua Sete, como era chamado o Jornal, passou a ministrar vários Cursos de Iniciação ao Jornalismo e Comunicação Social em várias cidades do Espírito Santo e de Minas Gerais, orientando durante um período de aproximadamente dois anos, mais de Dez mil alunos. Em seguida fez Concurso Público, ingressando no Serviço Público Estadual na área de Segurança Pública, trabalhando durante 35 anos como Escrivão da Polícia Civil, (atualmente o Cargo é Oficial de Polícia Civil) período em que recebeu as Medalhas de Bronze, Prata e Ouro por serviços prestados a Comunidade Capixaba. Como Escrivão realizando a oitiva das pessoas, conseguiu subsídios para a publicação de um Livro denominado de "Dicionário Regional de Gírias e Jargões da Malandragem" cujo lançamento oficial no dia 19 de abril de 2012, no Estado do Espírito Santo, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura do Município de Serra, ES, a Lei Chico Prego.
Além de seu trabalho com Carteira Profissional assinada, no Jornal A Tribuna, de Vitória, ES, Clério José Borges foi correspondente da "Revista Intervalo" na mesma época, onde ganhou destaque por cobrir o episódio em que o cantor Tony Tornado saltou sobre a plateia no Festival de Verão de Guarapari, em 1971. A Revista Intervalo (1963–1972) foi a primeira grande publicação impressa brasileira dedicada exclusivamente ao universo da televisão. Lançada pela Editora Abril, trazia programação de TV, notícias sobre celebridades, bastidores das emissoras, fotonovelas e cartazes, consolidando-se como um guia essencial para o telespectador nos anos 1960.
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BIOGRAFIA RESUMIDA:
Clério José Borges é Escritor, Historiador, Poeta, Comendador e Trovador Capixaba. Nasceu em Vila Velha, Espírito Santo. Fundou e preside desde 1º de julho de 1980 o Clube dos Trovadores Capixabas CTC, que no dia 18 de novembro de 2017 transformou-se na Academia ACLAPTCTC, Academia de Letras e Artes de Poetas Trovadores. Foi fundador e primeiro Presidente da Academia de Letras e Artes da Serra, de sigla ALEAS. É morador do Município da Serra, ES, desde 1979 e Cidadão Serrano desde 26 de dezembro de 1994. Foi Jornalista dos Jornais A TRIBUNA e O DIÁRIO, de Vitória, ES, onde atuou de Foca a Chefe de Reportagem se especializando como comentarista e crítico de Filmes. Foi Conselheiro Titular do Conselho Estadual de Cultura do Espírito Santo, de 1989 a 1993 e Conselheiro Suplente e Colaborador de 1993 ao ano 2002. Conselheiro Titular da Câmara de Literatura do Conselho Municipal de Cultura da Serra, de 24/09/1997 a 20/07/2012, ou seja, durante o período de 14 anos, 09 meses e vinte dias. É Senador da Cultura, título recebido pela Sociedade de Cultura Latina do Brasil e, é Mestre da Cultura Capixaba. Possui pouco mais de quinze livros publicados, sendo alguns individuais e outros como organizador de Coletânea e Antologias, destacando-se as obras, “Serra, Colonização de uma Cidade” e a obra em forma de Livreto da Literatura de Cordel, "O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe" e o Livro “Dicionário Regional de Gírias e Jargões" É Técnico de Contabilidade e estudou Pedagogia e Direito na UFES. Pertence a diversas entidades, Associações e Academias de Letras e Artes no Espírito Santo, no Brasil e no Exterior.
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