Trovas, Neotrovismo, Literatura, Livros, Movimento Trovadoresco, Trovismo, Trovadorismo, Trova, Poesia, Cultura Popular
Escritor e Historiador Clério José Borges
Comendador, Poeta Trovador Capixaba. Figura proeminente na cena cultural do Espírito Santo.
Textos

A DIPLOMATA: Em análise rigorosa, o crítico capixaba dá nota 8.5 para a 4ª temporada na Netflix, elogia a fotografia e compara o brilho de Keri Russell ao fenômeno europeu Borgen.

  • Crítica: A Impecável Produção e a Técnica Primorosa na 4ª Temporada de A Diplomata.

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Keri Russell como Kate Wyler (Embaixadora dos EUA no Reino Unido)

  • Crítica de TV: O Equilíbrio Perfeito entre Poder e Drama Pessoal em A Diplomata.

TEXTO E PESQUISA DE CLÉRIO JOSÉ BORGES

ESCRITOR, POETA TROVADOR CAPIXABA

(Permitido cópias e citações desde que seja citada a fonte).

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A Netflix acaba de brindar o público, que aprecia produções da televisão e dos streamings, com o lançamento da quarta temporada de A Diplomata, na quinta-feira, dia 15 de outubro de 2026. Eu, Clério José Borges não pude esperar, fiz logo minha “maratona” no primeiro dia e assisti os oito episódios desta quarta temporada de uma tacada só, na noite do dia 15 e na madrugada do dia 16, regado a biscoitos, muita água e pequenos lanchinhos, preparados com carinho e amor por Dona Zenaide Emília Thomes Borges, minha dileta e amorosa companheira.

A crítica especializada se entusiasmou com esta quarta temporada, concedendo notas máximas, destacando as reviravoltas surpreendentes, o suspense político e a capacidade da produção de prender o espectador do começo ao fim. Com a destacada e já elogiada atuação da atriz, Keri Russell, a série acompanha Kate Wyler, uma diplomata que precisa enfrentar crises internacionais cada vez mais perigosas enquanto tenta administrar os conflitos de sua vida pessoal.

Oficialmente a quarta temporada de A Diplomata foi lançada no Brasil na quinta-feira, 15 de outubro de 2026. Como os lançamentos da Netflix são globais e simultâneos, os novos episódios chegaram ao catálogo brasileiro no mesmo instante que nos Estados Unidos, mudando apenas o horário local devido aos fusos horários. Eu, Clério José Borges observei que “A Diploma” desde a primeira temporada até a atual, continua sendo, efetivamente, um dos clássicos da arte cinematográfica. Produção impecável. Atuações dos principais personagens com muita responsabilidade e técnica. Uma trama bem construída, bem dirigida e com atuações próximas ao brilhantismo, desde as primeiras temporadas.

Agora, as consequências das decisões de Grace Penn e Hal Wyler colocam Kate diante de uma situação ainda mais explosiva. A ameaça de uma crise geopolítica se mistura à segredos de Estado, disputas de poder e relacionamentos cada vez mais complicados. Com oito episódios, a quarta temporada caminha para uma importante reunião do G7 na Itália, onde decisões podem mudar o destino dos personagens. O desfecho reserva mais uma reviravolta chocante, deixando o público ansioso pelo futuro da história numa quinta temporada já prevista para o ano de 2027.

Para quem gosta de suspense político inteligente, a Diplomata parece ter elevado o nível. Contudo, no meu entendimento, eu, crítico de cinema, historiador e escritor capixaba Clério José Borges, entendo que esta quarta temporada apresenta como elemento prejudicial, o excesso de diálogos continuados e longos sobre as crises conjugais dos casais protagonistas.

Diálogos continuados e longos que extrapolam o limite do necessário para o andamento do thriller político. Aponto as discussões arrastadas entre os casais: 1) Embaixadora Kate e seu marido Hal; 2) A Presidente Grace Penn e o "Primeiro-Cavalheiro" Todd Penn; 3) Stuart Hayford, o obstinado Chefe de Missão Adjunto da embaixada, interpretado pelo ator americano Ato Essandoh e a namorada (com traços orientais), Eidra Park, (interpretada pela atriz americana Ali Ahn), a brilhante Chefe da Estação da CIA em Londres, que vivem um romance secreto e complicado ao longo das temporadas.

Pude observar que nesta quarta temporada ocorreu uma clara evolução na trama. Fizeram uma clara e evidente opção pela retirada de cenas de atividades sexuais “quase” explícitas. Cenas que eu já tinha criticado nas temporadas anteriores. Neste sentido, a quarta temporada é um primor. No momento em que se imaginava uma cena “quente” entre a Presidente Grace Penn e o "Primeiro-Cavalheiro" Todd Penn, há uma providencial interrupção com o surgimento de agentes do Serviço Secreto.

O relacionamento entre Kate e Hal foi preservado e inclusive retornado no enredo da história. O Casamento em crise estava em vias de separação mas agora Kate entende que tudo não passou de uma ilusão. Em temporada anterior Kate teve um relacionamento com Callum, o Espião britânico. O público não curtiu de forma nenhuma. Há no público espectador da série A Diploma, uma forte torcida para que Hal e Kate se acertem, mesmo com um casamento em crise constante e quase falido.

Na terceira Temporada, em comentário anterior, considerei uma cena de sexo que chamei de "ridícula e desnecessária". Uma cena de sexo envolvendo o Primeiro-Ministro, que quebrava o ritmo ideal da narrativa. O Primeiro-Ministro Nicol Trowbridge (Rory Kinnear) e sua esposa, Lydia Trowbridge são mostrados numa cena de sexo (interpretada pela atriz Pandora Colin, que curiosamente é casada com o ator Rory Kinnear na vida real) que serve para mostrar os bastidores e as dinâmicas de poder dentro do casamento do líder britânico. A cena íntima na cama — que no meu entendimento foi "bizarra e cômica" foi feita para fins puramente de sátira política, focando justamente em um momento em que Lydia demonstra ter total controle sobre o marido, servindo como uma metáfora visual de que ela é quem dita as regras e "manda" nas decisões dele por trás dos panos. Entendo que a metáfora visual foi bem elaborada mas, no meu entender a cena poderia ter sido construída de outra forma. Uma forma mais inteligente e criativa.

Em contrapartida a esses excessos no roteiro, eu, Clério José Borges destaco os aspectos técnicos:

• Interpretações: Keri Russell (Kate), brilhante como sempre. Linda e maravilhosa.

Rufus Sewell (Hal) também brilhante.

• Fotografia: O trabalho de fotografia, a iluminação e o uso de lentes entendo ser muito bom, destacando como positivo o uso recorrente de planos amplos de grande relevância visual que valorizam as locações diplomáticas de Londres.

A quarta temporada conta com 8 episódios, todos disponibilizados de forma simultânea pela Netflix na data de estreia em 15 de outubro de 2026.

Atuações de Keri e Rufus: O consenso da crítica especializada na internet acompanha o meu entendimento. Analistas de grandes portais destacam que a química ácida entre Keri Russell e Rufus Sewell continua sendo o motor principal de A Diplomata. A capacidade da dupla de transitar instantaneamente entre o desespero de uma crise nuclear internacional e o sarcasmo de um casamento falido foi amplamente elogiada na imprensa internacional e também por mim, Clério José Borges.

• Direção e Aspectos Técnicos:

Sob o comando da criadora e showrunner Debora Cahn, a temporada conta com diretores recorrentes da série, como Alex Graves e Simon Cellan Jones. Considero que o ritmo frenético e a habilidade dos diretores em filmar sequências tensas de gabinete foram bem-feitas sendo o destaque da trama. A fotografia recebeu aplausos por reforçar o isolamento dos personagens através desses mesmos planos abertos e composições simétricas.

Longe de Cidadão Kane e Shane: Clério José Borges explica por que A Diplomata garante um sólido 8.5 na sua avaliação pessoal. É o ponto de vista pessoal do Crítico Clério José Borges.

Avaliação das temporadas anteriores. Uma análise de Clério José Borges.

Consultando o histórico de notas e críticas registradas no portal e site oficial do escritor, os vereditos dados por Clério José Borges para as três primeiras temporadas de A Diplomata seguem o critério estabelecido (onde 10 representa a excelência e 0 o nível sofrível).

Notas de Clério Borges:

1ª Temporada 8.5 - Ótima.

Introdução excelente dos personagens, diálogos rápidos e envolventes, embora já demonstrasse pequenos excessos de tramas secundárias.

2ª Temporada 7.0 - Boa.

Boa condução do suspense, mas perdeu ritmo em momentos pontuais com a inclusão de apelos desnecessários (incluindo as mencionadas cenas de teor sexual que desagradaram o crítico).

3ª Temporada 8.0 - Muito Boa.

Forte recuperação na tensão geopolítica e preparação fantástica para o clímax institucional envolvendo a presidência.

Os destaques da Série:

Keri Russell como a embaixadora Kate Wyler.

Rufus Sewell como o vice-presidente Hal Wyler.

Allison Janney como a presidente Grace...

Considerando o rigor analítico meu, crítico de cinema Clério José Borges, que reservo a Nota 10 (Máxima) estritamente para obras-primas imortais e pilares da história do cinema mundial — como os clássicos fundamentais:

Shane (Os Brutos Também Amam).

Cidadão Kane.

No Tempo das Diligências.

Ladrões de Bicicleta.

A nota atribuída por mim a esta quarta temporada de A Diplomata reflete esse distanciamento saudável entre o entretenimento contemporâneo e o ápice da sétima arte.

A nota dada por mim, crítico Clério José Borges para a Quarta Temporada de A Diplomata é 8.5. (OITO PONTO CINCO).

Justificativa da Avaliação do Crítico

Ao ponderar os acertos e os erros estruturais desta quarta temporada no meu Site do Escritor, eu, Clério José Borges, cujo veredito foi de 8.5, estabeleci os seguintes parâmetros:

Por que não chegou perto do 10?

Na minha visão, os clássicos com nota máxima possuem roteiros irretocáveis e economia narrativa. A Diplomata, por sua vez, peca severamente nesta 4ª temporada, pela inclusão de diálogos longos, desnecessários e excessivamente continuados sobre as crises matrimoniais e DRs (discussões de relacionamento) dos casais principais (Kate e Hal, a Presidente Grace Penn e o "Primeiro-Cavalheiro" Todd Penn e Stuart Hayford, Chefe de Missão Adjunto da embaixada e Eidra Park). O excesso de conversação conjugal atua como um elemento prejudicial que "arrasta" o ritmo que no meu entendimento deveria ser puramente focado no suspense geopolítico.

• O que salvou a nota (evitando um declínio maior)?

A temporada garantiu um sólido 8.5 e demonstrou evolução em relação à segunda temporada (nota 7.0) e a terceira temporada (nota 8.0), por três motivos técnicos cruciais:

1) A retirada completa das cenas de atividade sexual desnecessárias (como a fatídica cena já relatada, do Primeiro-Ministro).

2) A excelência da fotografia com planos bem amplos e que entedi terem sido brilhantes num ambiente de grandes mansões e imensos corredores onde a solidão e o vazio são características maiores.

3) O suspense da trama geopolítica e o final apoteótico desta 4ª Temporada, levando a um desfecho chocante, deixando o público ansioso pelo futuro da história numa próxima quinta temporada.

Lógico que na quinta vão dar um jeitinho e colocar Hal como Presidente em Washington e, por certo Kate continuará em Londres. Como a 5ª temporada de A Diplomata na Netflix, neste mês de Outubro de 2026, ainda está em fase de planejamento e não foi lançada, a capital americana continuará sendo o centro das atenções se a trama decidir levar Hal e Kate Wyler de volta para Washington pós-crise em Londres.

Observação: Outro ponto positivo que eleva a nota para 8.5 é o uso brilhante de planos amplos e abertos para ambientar a solidão e a tensão nos palácios de Londres, somado às atuações novamente impecáveis de Keri Russell e Rufus Sewell. Uma produção como um bom produto de entretenimento, embora distante do patamar das lendas do cinema.

No artigo intitulado "BORGEN" - SUCESSO NA NETFLIX, publicado em minha coluna de cinema no portal Recanto das Letras, eu, Clério José Borges faço um paralelo direto entre o desempenho de Keri Russell (como a embaixadora Kate Wyler em A Diplomata) e o de outras grandes atrizes de séries de drama político, destacando principalmente a dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (como a primeira-ministra Birgitte Nyborg na aclamada série Borgen).

Defino a minha análise comparativa como estruturada em três pilares principais:

1. Agilidade e Profundidade Emocional:

Elogio a atriz Keri Russell por sua impressionante capacidade de entregar uma atuação caracterizada pela agilidade e profundidade emocional. A combinação específica de características aproxima o trabalho de Russell da performance dada por Sidse Babett Knudsen. Ambas as atrizes conseguem traduzir a imensa pressão do ambiente de alta liderança sem perder a complexidade interna de suas personagens.

2. O Domínio Feminino e o Isolamento no Poder:

Entendo que tanto A Diplomata quanto Borgen servem como vitrines que evidenciam o domínio feminino em conteúdo de destaque na televisão mundial. Compara as jornadas das duas personagens centrais:

• Birgitte Nyborg (Sidse Knudsen): É apresentada inicialmente como uma idealista e líder pragmática que, gradualmente e ao longo do tempo, transforma-se em uma figura mais implacável e isolada no espectro político.

• Kate Wyler (Keri Russell): Compartilha dessa mesma trajetória em que as concessões diplomáticas provocam um forte impacto em sua vida pessoal. Ressalto ainda, como a direção e o trabalho de câmera de ambas as produções utilizam planos que enfatizam essa solidão no topo, gerando dilemas notáveis que misturam a intriga geopolítica global com as fragilidades do indivíduo.

3. O Equilíbrio entre Idealismo e Realismo "Pé no Chão":

Ao traçar o paralelo entre as atrizes, eu, Clério José Borges também avalio o tom das séries em si. As produções como Borgen e A Diplomata alcançam o sucesso por manterem um equilíbrio raro que foge dos extremos do gênero: Diferem do cinismo puro visto em produções como House of Cards e diferem também do idealismo romântico excessivo característico de clássicos como The West Wing. A atuação de Russell, portanto, é validada por mim, Clério exatamente por essa capacidade "pé no chão" de conduzir o público pelos bastidores do poder de forma verossímil, espelhando o padrão de excelência estabelecido anteriormente por Knudsen na Europa

Ficha técnica detalhada da quarta temporada da série:

Informações Gerais:

• Título Original: The Diplomat

• Criação e Showrunner: Debora Cahn (veterana de The West Wing e Homeland)

• Gênero: Suspense político, drama institucional, espionagem

• Número de Episódios: 8 episódios (com cerca de 50 a 60 minutos cada)

• Data de Estreia da Temporada: 15 de outubro de 2026

• Distribuição e Exibição: Netflix (streaming global)

Elenco Principal e Personagens:

Keri Russell como Kate Wyler (Embaixadora dos EUA no Reino Unido)

Rufus Sewell como Hal Wyler (Vice-Presidente dos EUA e marido de Kate)

Allison Janney como Grace Penn (Presidente dos EUA)

Bradley Whitford como Todd Penn (Primeiro-Cavalheiro e aliado inesperado de Kate)

Ato Essandoh como Stuart Hayford (Chefe de Missão Adjunto)

Ali Ahn como Eidra Park (Chefe da Estação da CIA em Londres)

Nana Mensah como Billie Appiah (Chefe de Gabinete da Casa Branca — agora no elenco fixo)

David Gyasi como Austin Dennison (Secretário de Assuntos Estrangeiros do Reino Unido)

Rory Kinnear como Nicol Trowbridge (Primeiro-Ministro britânico)

Miguel Sandoval como o Secretário de Estado Miguel Ganon

Novidades e Participações de Destaque:

Jodie Whittaker como Bethan Vaughn (Uma figura corajosa e proeminente no governo britânico que cruza o caminho de Kate)

Aidan Turner como Callum (Espião britânico introduzido no final do ano anterior com informações cruciais).

Bastidores e Produção executiva:

• Produção Executiva: Keri Russell, Debora Cahn, Janice Williams e Peter Ackerman

• Figurino: Jenny Gering

• Direção dos Episódios: Alex Graves, Simon Cellan Jones, Liza Johnson, entre outros

• Locações de Gravação: Londres e arredores (incluindo cenas em marcos reais como a praça Trafalgar Square e interiores oficiais), estúdios em Elstree (Inglaterra) e cenas especiais gravadas na Itália.

O Enigmático Gancho Final (Cliffhanger)

No final da 4ª temporada de A Diplomata, lançado em 15 de outubro de 2026 pela Netflix, o desfecho definitivo não se concentra mais em Windsor (que foi o cenário do atentado contra Grace Penn no início da 4ª Temporada), mas sim no tenso encontro do G7 na Toscana, Itália.

O clímax e as principais reviravoltas desse encerramento bombástico são marcados pelo isolamento do poder e uma traição no gabinete. Para não prejudicar quem vai assistir, não vou dar spoiler. Apenas registrar a última cena do oitavo e último episódio da Quarta Temporada:

Nos segundos finais do episódio, Kate Wyler caminha até os jornalistas que aguardam do lado de fora. Ela se posiciona diante da imprensa internacional e declara que o vice-presidente dos Estados Unidos tem algo crucial para falar ao mundo.

Hal Wyler dá um passo à frente, aproxima-se do microfone para fazer o seu pronunciamento e, antes que ele possa dizer a primeira palavra, a tela escurece, encerrando a temporada com um gancho avassalador que pavimenta o caminho para a já confirmada 5ª temporada!

CLÉRIO JOSÉ BORGES DE SANT ANNA

Clério José Borges – Em 17 10 2026.

Comentário finalizado às 05h05m

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Atriz Keri Russell (Kate), brilhante como sempre. Linda e maravilhosa.

Ator Rufus Sewell (Hal) também absolutamente brilhante.

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Eu, Clério José Borges, entendo que tanto “A Diplomata” quanto “Borgen” servem como vitrines que evidenciam o domínio feminino em conteúdo de destaque na televisão mundial. Compara as jornadas das duas personagens centrais: • Birgitte Nyborg (Sidse Knudsen): É apresentada inicialmente como uma idealista e líder pragmática que, gradualmente e ao longo do tempo, transforma-se em uma figura mais implacável e isolada no espectro político. • Kate Wyler (Keri Russell): Compartilha dessa mesma trajetória em que as concessões diplomáticas provocam um forte impacto em sua vida pessoal. Ressalto ainda, como a direção e o trabalho de câmera de ambas as produções utilizam planos que enfatizam essa solidão no topo, gerando dilemas notáveis que misturam a intriga geopolítica global com as fragilidades do indivíduo.

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FILMES NOTAS DEZ

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Nas minhas avaliações (Clério José Borges), continuam como Filmes NOTA DEZ:

1) O filme No Tempo das Diligências (Stagecoach), lançado em 1939, é um clássico absoluto do gênero faroeste (western) dirigido por John Ford. O filme é um clássico absoluto porque salvou o gênero do faroeste da decadência e o transformou em cinema de prestígio. Antes dele, os filmes de caubói eram vistos pelos grandes estúdios como produções baratas, repetitivas e destinadas apenas aos cinemas de bairro (os chamados "filmes B"). O diretor John Ford pegou esse gênero negligenciado e criou uma obra-prima de alta qualidade técnica e profundidade psicológica. A forma como Ford usou a imensidão daquela paisagem árida para contrastar com o isolamento da pequena diligência criou a identidade visual definitiva do Velho Oeste americano, que ele mesmo usaria em vários outros clássicos.

2) SHANE, que no Brasil recebeu um título horrível: “Os Brutos Também amam” - Clássico do faroeste lançado em 1953, foi dirigido por George Stevens. É fundamental para a história do cinema por ter redefinido e elevado o gênero de faroeste (Western). Dirigido por George Stevens, o filme transformou o faroeste de um mero entretenimento de ação ("bang-bang") em uma forma de arte mítica, psicológica e visualmente sofisticada. Shane (interpretado por Alan Ladd) veste roupas claras e tenta fugir de seu passado violento, atuando como um cavaleiro medieval transportado para o Velho Oeste. O filme estabelece que homens violentos como Shane são necessários para limpar a fronteira e proteger os inocentes, mas sua própria violência os impede de viver na civilização que ajudaram a construir. Ele salva o dia, mas é condenado a partir sozinho.

3) Cidadão Kane. A obra-prima dirigida, estrelada e coescrita por Orson Welles estreou nos cinemas dos Estados Unidos em 5 de setembro de 1941, chegando às salas de cinema do Brasil no dia 16 de junho de 1941. O grande mistério que move a trama de Cidadão Kane gira em torno de "Rosebud", a última palavra dita pelo bilionário Charles Foster Kane no seu leito de morte. No final do filme, é revelado que "Rosebud" é o nome impresso em um trenó de neve que Kane usava na infância. "Rosebud" (botão de rosa). Cidadão Kane é considerado o maior filme da história por ter revolucionado a forma de fazer cinema. Antes dele, os filmes seguiam uma estrutura muito linear e teatral. Orson Welles, que tinha apenas 25 anos na época, quebrou todas as regras tradicionais e redefiniu a linguagem cinematográfica.

4) LADRÕES DE BICICLETA. - Ladrões de Bicicleta (Ladri di biciclette), lançado em 1948 e dirigido por Vittorio De Sica, é considerado um dos maiores clássicos do cinema porque ele é a obra-prima definitiva do Neorrealismo Italiano, um movimento que mudou para sempre a forma de se fazer filmes no mundo. Logo após a Segunda Guerra Mundial, com a Itália destruída e os grandes estúdios de cinema de Roma em ruínas, De Sica e outros cineastas decidiram que não podiam mais filmar as histórias de luxo e ilusão de Hollywood. Eles precisavam filmar a realidade. Para garantir o máximo de autenticidade, De Sica recusou astros de Hollywood (como Cary Grant, que foi oferecido por produtores) e escalou pessoas comuns da rua. O protagonista, Antonio Ricci, foi interpretado por Lamberto Maggiorani, que era um operário de fábrica da vida real. O garotinho Bruno foi vivido por Enzo Staiola, uma criança que o diretor encontrou observando as filmagens na rua.

5) METRÓPOLIS (1927) - Observando às origens mais profundas das técnicas de câmera e cenografia, o clássico silencioso do diretor alemão Fritz Lang é pioneiro. Ele estabeleceu as bases visuais e temáticas do expressionismo alemão e de toda a ficção científica distópica que veio a seguir na história (sendo a inspiração direta para o visual de produções como Blade Runner e Star Wars. O cartaz original de Mewtrópolis (1927), criado pelo designer gráfico alemão Heinz Schulz-Neudamm, não é apenas uma peça de divulgação, mas uma das obras de arte mais valiosas e raras do mundo. Na verdade, uma das cópias originais desse pôster detém o título de cartaz de cinema mais caro já vendido na história, arrematado em um leilão por mais de US$ 690 mil. A força visual desta arte se baseia em elementos emblemáticos do expressionismo alemão e do movimento Art Déco: A Mulher-Robô (Maschinenmensch): O ponto central do cartaz é a icônica androide Maria (vivida por Brigitte Helm). A forma como ela é desenhada, com contornos metálicos brilhantes e expressivos, tornou-se o símbolo definitivo do filme e influenciou diretamente o visual de robôs na cultura pop (como o C-3PO de Star Wars).

6) Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964): O filme brasileiro que posso considerar um clássico absoluto, amplamente comparado com as maiores obras cinematográficas, como Cidadão Kane e Shane é o filme, Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), dirigido por Glauber Rocha.

Assim como Shane redefiniu o mito do faroeste americano e Cidadão Kane revolucionou a estética visual, a obra de Glauber Rocha fez o mesmo pelo Cinema Novo brasileiro. O filme opera na mesma chave mítica de Shane, trocando os pistoleiros do Velho Oeste pelos cangaceiros e beatos do sertão. A figura de Antônio das Mortes, o caçador de cangaceiros, é um arquétipo tão poderoso e solitário quanto o próprio Shane. Glauber Rocha rompeu com a narrativa tradicional de Hollywood. Ele usou a câmera na mão, cortes abruptos e uma montagem poética chocante, guiada pela famosa máxima: "Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça"

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Quem é o Crítico de Cinema, Jornalista, Poeta Trovador, Mestre da Cultura Capixaba e Comendador Clério José Borges?

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Foto de Clério José Borges.

CLÉRIO BORGES, JORNALISTA PROFISSIONAL,

COM CARTEIRA ASSINADA E CRÍTICO DE CINEMA.

Clério José Borges trabalhou no jornal A Tribuna, em Vitória (ES), no período de 1969 a 1972. Durante esses anos, ele percorreu diversas etapas da carreira jornalística:

Começou como foca (Estagiário), em 1969. Foi promovido depois a Repórter e Redator e Chefe de Reportagem.

Atuou em diversas editorias, desde Editoria Geral até a Editoria Política até encontrar sua real vocação. Ser um Crítico de Cinema, especializando-se como comentarista e crítico de filmes.

Foi promovido a Chefe de Reportagem, cargo máximo que alcançou antes de encerrar seu ciclo como Jornalista e, no jornal A TRIBUNA. Trabalhou também, durante algum tempo no jornal O Diário, de Vitória, ES, conhecido também como “O Diário da Rua Sete”, cuja redação estava localizada na Rua Sete de Setembro no Centro de Vitória, Capital Capixaba.

Em seguida fundou a POP ART Promoções e passou a realizar Cursos de Iniciação ao Jornalismo e Comunicação Social em várias cidades do Espírito Santo e de Minas Gerais, orientando jovens estudantes, durante um período de aproximadamente dois anos. Mais de Dez mil alunos acabaram se matriculando em Cursos realizados desde as Cidades de Barra de São Francisco, Conceição da Barra, Cachoeiro de itapemirim, Linhares e Bom Jesus do Norte até Mantena, Resplendor e Governador Valadares em Minas Gerais.

Em seguida fez Concurso Público, ingressando no Serviço Público Estadual na área de Segurança Pública, trabalhando durante 35 anos como Escrivão da Polícia Civil, (atualmente o Cargo é Oficial de Polícia Civil) período em que recebeu as Medalhas de Bronze, Prata e Ouro por serviços prestados a Comunidade Capixaba. Como Escrivão realizando a oitiva das pessoas, conseguiu subsídios para a publicação de um dos seus 15 a 20 livros já publicados denominado de "Dicionário Regional de Gírias e Jargões da Malandragem" cujo lançamento oficial no dia 19 de abril de 2012, no Estado do Espírito Santo, publicação de um mil exemplares, viabilizada pela Lei de Incentivo à Cultura do Município de Serra, ES, a Lei Chico Prego.

Além de seu trabalho com Carteira Profissional assinada, no Jornal A Tribuna, de Vitória, ES, Clério José Borges foi correspondente da "Revista Intervalo" na mesma época, onde ganhou destaque por cobrir o episódio em que o cantor Tony Tornado saltou sobre a plateia no Festival de Verão de Guarapari, em 1971. A Revista Intervalo (1963–1972) foi a primeira grande publicação impressa brasileira dedicada exclusivamente ao universo da televisão. Lançada pela Editora Abril, trazia programação de TV, notícias sobre celebridades, bastidores das emissoras, fotonovelas e cartazes, consolidando-se como um guia essencial para o telespectador nos anos 1960.

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BIOGRAFIA RESUMIDA:

Clério José Borges é Escritor, Historiador, Poeta, Comendador e Trovador Capixaba. Nasceu no bairro de Aribiri, no Município de Vila Velha, Espírito Santo. Fundou e preside desde 1º de julho de 1980 o Clube dos Trovadores Capixabas CTC, que no dia 18 de novembro de 2017 transformou-se na Academia ACLAPTCTC, Academia de Letras e Artes de Poetas Trovadores. Foi fundador e primeiro Presidente da Academia de Letras e Artes da Serra, de sigla ALEAS. É morador do Município da Serra, ES, desde 1979 e Cidadão Serrano desde 26 de dezembro de 1994, tendo recebido o título das mãos do Prefeito João Batista Motta, por indicação da então Vereadora Izolina Márcia Lamas da Silva. É também Cidadão cariaciquense, da Cidade de Cariacica, ES, desde 14 de Julho de 2022, título outorgado pela Câmara Municipal de Cariacica, numa homenagem do Vereador Edson Nogueira.

Foi Jornalista dos Jornais A TRIBUNA e O DIÁRIO, de Vitória, ES, onde atuou de Foca a Chefe de Reportagem se especializando como comentarista e crítico de Filmes.

Foi Conselheiro Titular do Conselho Estadual de Cultura do Espírito Santo, de 1989 a 1993 e Conselheiro Suplente e Colaborador de 1993 ao ano 2002. Conselheiro Titular da Câmara de Literatura do Conselho Municipal de Cultura da Serra, de 24/09/1997 a 20/07/2012, ou seja, durante o período de 14 anos, 09 meses e vinte dias.

É Senador da Cultura, título recebido pela Sociedade de Cultura Latina do Brasil e, é Mestre da Cultura Capixaba. Possui pouco mais de 30 livros publicados, sendo alguns individuais e outros como organizador de Coletânea e Antologias, destacando-se as obras, “Serra, Colonização de uma Cidade” e a obra em forma de Livreto da Literatura de Cordel, "O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe" e o Livro “Dicionário Regional de Gírias e Jargões"

É Técnico de Contabilidade e estudou Pedagogia e Direito na UFES. Pertence a diversas entidades, Associações e Academias de Letras e Artes no Espírito Santo, no Brasil e no Exterior.

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Clério José Borges
Enviado por Clério José Borges em 17/10/2026
Alterado em 17/10/2026
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